quinta-feira, 29 de outubro de 2015

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32 por 32 - L32

A coluna 32 por 32 faz “observações gerais” sobre a semana que passou, em seguida aborda a parte tática do jogo em “olho tático”, “vem por aí” é uma prévia do que esperar na próxima rodada, enquanto “perguntas que ficam” é a área para responder as principais dúvidas geradas após os jogos e “no huddle” traz curiosidades e números bem interessantes da semana. Anotem na agenda e leiam toda quinta a 32 por 32! Qualquer opinião, crítica ou sugestão, a caixa de comentários está disponível sempre.

observações gerais

Dolphins antes e depois de Joe Philbin

Fica claro que são dois times muito diferentes, mesmo que os personagens sejam quase todos os mesmos. A nomeação de Dan Campbell como técnico interino do Miami Dolphins caiu do céu para a torcida, jogadores e dirigentes.

O interino é bem diferente do que os atletas estavam acostumados e tem hábitos bem próprios nos treinamentos. Campbell exige que seu time seja físico e para isso foca muito em exercícios de tackles, disputas de força e já realizou até o bom e velho “cabo de guerra”. Uma outra coisa que ele gosta de fazer é premiar os jogadores (nunca envolvendo dinheiro). Por exemplo, se o ataque tem um desempenho melhor que a defesa, os jogadores do setor tem que levar os equipamentos dos companheiros e guardá-los. Se um jogador força um turnover no treino, ganha uma vaga privilegiada no aeroporto, mais próxima de onde vão pegar o vôo. O grande fator nisso tudo é que ele está sempre colocando seus jogadores em competição e os desafiando a terem gana e vontade de vencer a todo momento, além de serem mais físicos quando atuando, o que vem acontecendo.

Dentro de campo, a estratégia mudou de maneira perceptível a qualquer um que tenha visto algum dos dois últimos jogos da equipe. Lamar Miller vem sendo usado e correspondendo como nunca nessa temporada – vamos aos números:

– São 288 jardas e 3 TDs em dois jogos com Dan Campbell como treinador.

– Sob o comando de Joe Philbin foram míseras 131 jardas em 4 jogos.

Se o jogo corrido passa a ser mais utilizado, é como a queda de pedras de dominó, uma coisa leva à outra e o ataque se torna mais balanceado. Assim, Tannehill não precisa lançar inúmeras bolas por jogo e tudo fica mais fácil para ele, recebedores e todo o sistema ofensivo. Nos últimos 3 jogos com Philbin nas laterais, o QB tentou pelo menos 44 passes por jogo, enquanto que com Campbell não lançou mais que 29 vezes.

Outra mudança tem sido a utilização maior dos Tight Ends do elenco. Dion Sims e Jordan Cameron somaram 94 e 93 snaps (incluindo os 3 de Brandon Williams) nas semanas 6 e 7, respectivamente. Por outro lado, das semanas 1 a 4 – a 5 foi a bye week – a soma de snaps jogados por atletas da posição foi de 59, 38, 82 e 69. Ou seja, apenas na semana 3 eles foram utilizados por Philbin próximo do que estão sendo por Campbell, inclusive com várias formações em que ambos os principais TEs estão em campo. Isso é tão relevante que Sims e Cameron somaram para o mesmo número de snaps contra o Texans que os dois principais WRs do time no jogo (Stills e Matthews): 90.

E claro, o fato de o time estar sendo treinado com vários exercícios de força faz com que a defesa finalmente pareça mais com aquela que se imaginava que o Dolphins tivesse, física e dominante. A unidade jogou assim nos últimos dois jogos e terá um teste de fogo contra Brady e o Patriots para confirmar que estão conseguindo dar um passo à frente.

Alguns recordes foram quebrados pela equipe no duelo diante do Texans:

– Primeiro time da história da NFL com 4 TDs de 50 jardas ou mais em apenas uma metade do jogo.

– Ryan Tannehill estabeleceu uma nova marca de mais passes completos em sequência (25).

“Ah, mas eles jogaram contra Titans e Texans, isso explica as vitórias”. Calma lá! Primeiro, não é tão simples assim. Concordo que são dois times fracos, mas quem faz o jogo ser fácil é o suposto favorito e foi isso que Miami fez. Outra, a equipe perdeu para o Jaguars – aliás, essa é uma derrota que dá uma vantagem ao Jets na divisão – nessa temporada, um time menos forte que o Dolphins também, mas que se sobressaiu aproveitando as falhas dos comandados de Joe Philbin. Usar apenas a tabela e a força (ou fraqueza, no caso) dos oponentes para diminuir uma evolução clara não cola, até porque se assim fosse ninguém poderia analisar qualquer franquia da NFL, pois duvido muito que alguma delas enfrente 5 candidatos a Super Bowl na temporada regular para medir diretamente as forças, se é que existem cinco times assim. Portanto, que fique claro, o Dolphins apresentou uma evolução visível e mesmo diante de times problemáticos dá para perceber isso. Até onde chega esse crescimento? O próximo jogo contra o Patriots fora de casa pode nos dar uma boa noção (mesmo que perca e desde que jogue melhor do que vinha nas primeiras quatro semanas).

PS: O fato de Campbell ser muito fã do Metallica explica sua qualidade.

O ataque do Patriots impressiona

Já rolou matéria aqui no site sobre a força do New England Patriots como um todo, mas na minha coluna quero destacar especialmente o ataque que é hoje o melhor da NFL em pontos marcados e o segundo em jardas conquistadas (lembrando que o Patriots já folgou na temporada).

A equipe é a favorita absoluta na divisão e confirmou isso vencendo o segundo melhor time da AFC Leste, no caso o Jets, que tem boas chances de ir aos playoffs via Wild Card. Bengals e Broncos hoje disputam com eles a cabeça de chave da AFC e creio que existe um bom grau de favoritismo ao Patriots para que decida sua vida jogando em casa na pós-temporada.

São 1963 jardas e 16 TDs pelo ar em 6 jogos + 502 jardas e 8 TDs por terra. Isso nos dá uma incrível média de 3,09 pontos por campanha, a maior marca da NFL em 2015 e é por isso que é tão raro ver esse time indo para o punt. Outro número que chama a atenção e contribui diretamente para o desempenho de todo o sistema ofensivo é a eficiência de Tom Brady lançando ao mesmo tempo que tem conseguido cuidar da bola melhor que qualquer QB da liga quando o assunto é interceptação. Sua taxa percentual no quesito atualmente é de 0,4% e para que possamos entender a magnitude desse número, na melhor temporada no quesito “sofrendo menos interceptação” de Aaron Rodgers, sua taxa foi de 1,0% em 2014 e a melhor marca da carreira de Brady foi 0,8% em 2010.

Dessa forma chegamos aonde eu queria chegar com esse tópico desde o início, todos esses números permitem que o Patriots faça algo como o que fez contra a poderosa defesa do Jets e que vai de encontro a qualquer manual básico de Futebol Americano: Lançar a bola para vencer e lançar a bola para gastar o relógio. A primeira parte de passar a bola para vencer já se tornou verdade há alguns anos desde que o jogo corrido passou a ceder cada vez mais espaço para o aéreo, mas a máxima de correr para gastar o tempo permaneceu. Até o jogo contra o Jets em que Bill Belichick escolheu como filosofia lançar a bola do início ao fim, inclusive para fazer o cronômetro correr e confiando que Brady completaria os passes e ganharia first downs mais facilmente que correndo (passe incompleto para o relógio). O Patriots correu seis vezes com a bola, sendo 4 com seu quarterback, ou seja, não abandonaram a corrida porque não estava funcionando, mas a opção e plano de jogo foi de não recorrer ao jogo terrestre desde o início.

Isso aconteceu diante de uma das melhores defesas da temporada, Brady fez com que seis recebedores terminassem com pelo menos 25 jardas (bela distribuição de jogo) e lançou 54 passes. Normalmente, quando um QB lança essa quantidade absurda algo está errado com o time, mas aqui foi planejado para acontecer exatamente dessa forma e até por isso e pelo aproveitamento do sistema ofensivo deu tão certo. Não é qualquer time que pode se dar ao luxo de simplesmente abdicar do jogo terrestre contra o Jets e vencer. Esse ataque assusta e poderia assustar mais se a quantidade de drops fosse reduzida, o que eu não duvido que aconteça.

Em Indianápolis não há esperança

2015 tem sido um grande pesadelo para o Colts. De forte candidato ao Super Bowl a líder da AFC Sul com recorde negativo, questões sobre seu Quarterback que até então só evoluia e brigas internas. No Brasil, chamariam isso de crise e veríamos muros pichados, mas lá nos EUA…tá quase assim também.

A imprensa local tem repercutido problemas no relacionamento entre o General Manager Ryan Grigson e o Técnico Chuck Pagano há algum tempo, porém, após a derrota para o Saints, foi noticiada uma discussão forte entre Grigson e o dono do time, Jim Irsay. Se havia uma especulação sobre a praticamente certa troca de treinador (Sean Payton é um dos cotados), agora ela envolve também a saída do General Manager do time. Tudo isso em meio a renovação de contrato da estrela da franquia, Andrew Luck, que deve acontecer no ano que vem.

Falando nele, Luck está irreconhecível. A defesa do Colts apresentou alguma melhora, mas o ataque que era para explodir como um dos mais fortes – senão o mais forte – da NFL, na verdade acabou implodindo. Linha ofensiva com problemas (insisto que ela é mediana e Luck conseguiria se virar com ela como já fez com piores), plano de jogo, chamadas de jogadas, o que está fazendo tudo dar errado? É uma mistura de todos esses ingredientes. Nos dois primeiros jogos, a chamada de jogadas por parte de Pep Hamilton não dava qualquer arma para que seu QB combatesse as blitzes. Após a lesão de Luck, ele tem jogado no sacrifício mesmo que não admita. São diversos lançamentos sem precisão, perda de confiança na sua bola em profundidade (lançar após o jogo já estar perdido e com o CB caído não conta) e o claro desconforto em estar em campo. É notório que ele sempre procura por TY Hilton e não tem feito a progressão de leituras, assim a distribuição de passes é ruim e dificulta tudo. Aquele Reggie Wayne de 2012 e 2013 certamente faz falta e o lado ruim é que com Hilton também jogando sem estar 100%, Luck fica sem muitas opções que não lançar para Moncrief. Os Tight Ends nunca sumiram tanto do ataque do Colts desde que o QB de Stanford chegou e ele nunca sofreu tanto para fazer um bom WR se envolver no jogo, caso de Andre Johnson – que, aliás, tem sido mal aproveitado por Hamilton. A saúde de Luck é a coisa mais preocupante do ano para qualquer torcedor, ele é a chave da franquia.

Algumas pessoas me perguntam quem eu demitiria se fosse o Jim Irsay: Pagano, Grigson ou os dois? Certamente o Chuck Pagano, por ser um treinador conservador e ultrapassado na sua filosofia de jogo. Com relação ao Ryan Grigson, daria a ele mais um ano e contrataria o técnico de minha preferência, Jim Harbaugh, que trabalhou com Luck em Stanford.

 

olho tático

Duas jogadas ofensivas me chamaram a atenção nessa última rodada: Um screen pass bem sucedido do Bills e uma jogada de “fake” screen pass por parte do Patriots. Vamos examinar em imagens:

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Formação com dois Tight Ends alinhados junto à linha ofensiva (um em azul e outro em vermelho), onde um deles leva um LB na marcação (azul) e o outro carrega um LB e um CB (vermelho). Cinco jogadores vão em blitz para cima do EJ Manuel (amarelo), enquanto o SS joga no box e o Free Safety (preto) fica sozinho ao fundo e posicionado no meio do campo, caracterizando o que se chama de “Single-High Safety”.

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A jogada se desenvolve e a leitura feita pelo QB na jogada é muito simples: Se o lado esquerdo do campo abrir com dois jogadores acompanhando o TE (vermelho) como foi o que aconteceu, a bola vai no RB (traço na cor vinho) em um screen pass. Caso não tivessem ido os dois na cobertura, com a segunda leitura o passe iria para o outro TE que estava no mano a mano e com boa separação contra um LB (azul). Como a área esquerda ficou livre, a opção pelo screen pass foi acertada. Observe que o Left Guard e o Center (amarelo) passam então a se deslocar para que possam bloquear os dois jogadores por lá (vermelho).

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LeSean McCoy recebe o screen pass (vinho), com dois bloqueadores à sua frente (amarelo) para neutralizar os dois jogadores do Jaguars (vermelho) que estavam cobrindo o recebedor. Bloqueios realizados, 14 jardas são conquistadas com tranquilidade – observe os pirulitos lá acima marcando o ponto de first down, McCoy ganha 4 jardas além dele. Outro detalhe é que por estar em “Single-High Safety”, o FS estava em boa posição para passes intermediários e longos, então o screen pass o coloca a uma distância de 10 jardas dos bloqueadores e 15 do Running Back, o que faz com que a ajuda chegue tarde. Não se vê com tanta frequência screen passes tão bem utilizados na NFL, pois é comum que os bloqueios não cheguem a tempo ou que o WR não bloqueie com vontade ou ainda que existam mais jogadores adversários prontos para o tackle que atletas para neutralizarem eles. Bela chamada.

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Fake Screen Pass, já viu? Aqui um exemplo perfeito que congelou três marcadores e comprometeu especialmente um dos melhores Cornerbacks da NFL: Darrelle Revis. LB responsável pelo Edelman (ambos em amarelo), Revis em cima de Gronkowski (ambos em vermelho), mas lendo os olhos de Brady. Preste atenção que há um jogador de linha defensiva (preto) que fica na cobertura também.

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Edelman abre atrás da linha de scrimmage como se fosse receber um screen pass (amarelo), LB responsável por ele já corre para o tackle, enquanto isso Gronk passa livre (vermelho) porque Revis (vermelho) se adianta ao ler os olhos de Brady (observe que o QB olha para Edelman como se fosse lançar). O DL (preto) também se movimenta em direção ao Wide Receiver.

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O LB que cobria Edelman (amarelo) e mais três jogadores (vermelho) são congelados apenas com o olhar de Brady nesse Fake Screen Pass e a bola vai para Gronk (vinho) livre para ganhar o first down. Inteligência, leitura rápida e bom passe.

vem por aí

– Teremos o terceiro e último jogo internacional nessa temporada em Londres. Lions e Chiefs não é nada muito atrativo, mas é uma partida que não coincide com nenhuma outra, ocorre pela manhã, então sempre vale ver porque é NFL. Lembre que na offseason jogos assim também fazem falta.

– Bengals e Steelers é o jogo mais esperado para mim, especialmente se Ben Roethlisberger realmente jogar. É uma partida que além de ter dois bons times em campo, traz implicações diretas nas chances do Steelers ainda ameaçar Cincinnati na AFC Norte. Big Ben precisa de 31 jardas para chegar a 40.000 jardas lançadas e se juntar a Peyton Manning, Drew Brees, Tom Brady e Eli Manning dentre os QBs em atividade a atingir a marca.

– Falei sobre a evolução do Dolphins e as várias mudanças que Campbell fez por lá nessa coluna de hoje. Vale conferir isso de perto na pedreira da temporada para eles: Patriots em Foxboro.

– O jogo mais esperado (pela maioria das pessoas) da rodada coloca Packers e Broncos frente a frente e, caso Denver vença, Peyton Manning pode empatar com Brett Favre como o QB que mais venceu jogos na história da NFL com 186. Eu não apostaria nisso para esse duelo. Vale lembrar que esse confronto é outro que já rolou em Super Bowl – são várias reedições esse ano em virtude do Super Bowl 50.

– Para você que gosta de ver jogos do Campeonato Paulista Série D, Titans e Texans é uma ótima pedida no domingo.

– Colts e Panthers não deve ser um duelo muito equilibrado se levarmos em conta o que ambos vêm jogando. No entanto, na improbabilidade de o Colts vencer, eles melhorariam seu recorde contra times de outra conferência. Indianapolis é o terceiro que mais venceu jogos entre equipes da AFC e NFC desde 2002, só atrás de Patriots e Steelers.

perguntas que ficam

Graças à fraca campanha que vem sendo feita, aliada a perda do Jamaal Charles e um schedule difícil, é provável que KC fique com uma escolha alta. Seria a hora e a oportunidade de trocar de QB? Visto que o Smith não dá amostras de que pode levar o time a uma grande temporada e com boas opções no draft.

Tudo depende muito da posição que vão ficar e de quem vai estar disponível. Caso sobre um QB interessante, vai com tudo. Sou plenamente a favor sempre que um time não tem um jogador top 10 na posição de pegar um melhor no Draft e trocar o que já tem para alguém que precise por escolhas ou jogadores e ainda lucrar com isso, até porque Alex Smith atrairia interesse de alguns times como o Texans.

O que acontece com a defesa do Buffalo Bills?

Sendo curto e grosso, Rex Ryan acontece. Mario Williams já deu declarações se mostrando insatisfeito com o esquema adotado pelo treinador e disse ainda que ele não coloca os jogadores em posição mais favorável possível para render o máximo. Fato é que a defesa do Bills é extremamente talentosa e Rex Ryan não está sabendo aproveitar o que tem em mãos. Então, Buffalo é um time que está melhor no ataque do que se esperava e bem pior defensivamente do que era previsto.

no huddle

– A última vez que o Cowboys ganhou com um QB que não seja Tony Romo foi em 2010, semana 17.

– Le’Veon Bell tem oito corridas para mais de 20 jardas, o 49ers tem uma.

– Tom Brady converteu 91 de 100 tentativas quando correu em terceira descida ou quarta para uma jarda na sua carreira, boa parte em QB sneak.

– Heath Miller, TE do Steelers, tinha 110 jogos seguidos com pelo menos uma recepção. Bastou um jogo do QB Landry Jones para destruir a sequência.

– Desde dezembro de 2012 não havia um jogo com menos de 18 pontos na NFL até Falcons e Titans jogarem (10 a 7) e fazerem parar a maior sequência na história da liga.

– O Jaguars foi o primeiro time desde o Seahawks em 2012 a anotar um TD passando, correndo, retornando fumble e interceptação em um único quarto.

– RB Todd Gurley é o primeiro rookie desde Cadillac Williams (2005) a correr para pelo menos 125 jardas em cada um de seus três primeiros jogos.

– Temos um único time liderando a divisão com recorde negativo, é o Colts (3-4).

– Enquanto isso, pela primeira vez na história da NFL, cinco times estão com recorde 6-0, portanto invictos.

– Nas últimas 10 temporadas, o Patriots está 4-0 quando pelo menos 80% das suas jogadas são dropbacks para lançar a bola. Todos os outros times somados estão 3-109.

– Tom Coughlin conseguiu a 100ª vitória como técnico do Giants.

– Amari Cooper é o primeiro rookie com três jogos de 100 jardas nas seis primeiras partidas do time na temporada desde Mike Ditka (1961).

– Titans é um time ruim, isso você sabe. O que não sabe é que eles perderam 15 dos últimos 16 jogos disputados.

– Ryan Tannehill quebrou o recorde histórico de passes completos seguidos, com 25. O feito era de Donovan McNabb com 24 passes em 2004.

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