quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

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32 por 32 - L32

Ao longo da temporada, fizemos análises táticas dentro da coluna 32 por 32 com seções também para opiniões sobre a rodada e curiosidades da semana. Em certos momentos, ela foi exclusivamente tática como será hoje. Vamos abordar aquilo que mais chama a atenção no time do Atlanta Falcons e do New England Patriots, destacando alguns fatores que podem influenciar diretamente no resultado do Super Bowl LI.

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olho tático

ATLANTA FALCONS

Começamos pelo Outside Zone Blocking por um motivo muito simples. Todo o forte sistema ofensivo do Atlanta Falcons se baseia nas corridas com bloqueios por Zona, segundo seu próprio coordenador, Kyle Shanahan. Se o New England Patriots conseguir limitar o sucesso terrestre do time de Dan Quinn, terá dado um grande passo rumo ao título. Mais à frente vamos ver um exemplo de jogada em que um time – o Eagles – conseguiu fazer isso com sucesso.

No vídeo acima, todavia, o Green Bay Packers tentou algo diferente onde praticamente disseram ao quarterback Matt Ryan o que estavam tentando fazer e mesmo assim fracassaram. Observe a região destacada na cor amarela. Não há nenhum atleta do Packers por ali, pois resolveram atrair a provável corrida (muito provável por ser uma primeira descida com bloqueadores extras) para aquele lado. Com um traço azul destacamos que existem quatro homens à direita do Center Alex Mack, ou seja, 2 Tight Ends na direita em um conjunto 12 – um RB e 2 TEs.

São dois jogadores de linha defensiva apenas no lance com um OLB pelo lado direito (destacados em vermelho) e um OLB pela esquerda destacado na mesma cor. O Packers utilizou eles ali para tentar induzir a corrida na direção da região circulada em amarelo que era o lado onde o Falcons tinha mais bloqueadores – lá havia ajuda de LB e Defensive Backs – e seria a direção provável, porém Atlanta preferiu desafiar Green Bay e correr para onde eles alinharam mais gente próxima à linha de scrimmage. Assim, Freeman correu para à esquerda contando com bloqueios em zona da linha ofensiva que se movimentou lateralmente para tanto. É com jogadas desse tipo que esse ataque começa a triturar seus oponentes.

Esse post foi produzido em função do apoio recebido no Assinantes L32. Pudemos evoluir a parte visual dos vídeos. Apoie o site e ganhe dezenas de vantagens.

Esse lance à primeira vista parece um simples “play action”. QB finge que entrega para o RB, mas vai para o passe. O resultado visual é praticamente o mesmo, mas o conceito da jogada é muito mais perigoso. Antes de abordamos diretamente o lance do vídeo, é necessário deixar bem claro o quanto o “play action” é importante para o ataque do Falcons, mesmo que nesse caso específico não seja um “play action” puro dá para se ter uma ideia do seu potencial. Como trata-se de um time que tem dois RBs com um bom desempenho, isso abre muitas brechas pelo ar ao fingir uma corrida.

Nesse vídeo especificamente foi uma Run/Pass option moderna e que está chegando com tudo na NFL, cada vez mais forte. Perceba que a linha ofensiva bloqueia para frente e lateralmente em Zona como se fosse uma corrida porque, na verdade, de fato poderia ter sido. Como o nome da jogada diz, pode ser tanto passe quanto corrida. A diferença pro “play action” é que nele a corrida é só uma ameaça, uma tentativa de enganar a defesa para o passe. Na Run/Pass Option o legal é que o quarterback pode escolher se passa ou entrega para a corrida durante a jogada. O que define é a leitura do defensor chave, que no lance acima foi o CB em azul.

Nessa partida, o Rams jogou muito duro contra o jogo terrestre, muitas vezes usando seus CBs e Safeties para auxiliar o front seven nessa tarefa. Com a chamada de Run/Pass option, Matt Ryan pôde se antecipar ao CB destacado em azul. Caso ele ficasse na cobertura, a bola iria para o RB Devonta Freeman, caso ele se adiantasse para defender contra o jogo terrestre, aconteceria o passe na rota “post” como de fato aconteceu. O fato do Rams ter 7 homens no box (área amarela) e outro praticamente nele também contribuiu com a decisão do QB do Falcons. Shanahan é um coordenador que se baseia demais no número de defensores no box para definir com certa segurança o que deve ser feito.

Por último, vale mencionar o tight end na ponta direita da linha ofensiva que executa um arc-block – sai de uma ponta para bloquear em outra -, mas o defensive end está perdido e nem tenta ir atrás de Matt Ryan. Porque como a OL se movimenta para a direita, se aquele DE tivesse sido mais esperto teria caminho livre para derrubar o QB adversário e o arc-block serviria para impedir isso.

Fizemos um longo e detalhado vídeo tático exclusivo para os assinantes que apoiam o site explicando tudo sobre a moderna Run/Pass Option com diversas jogadas como exemplo.

Aqui temos uma jogada terrestre do Falcons em Zone Blocking – dessa vez Inside Zone Blocking, sem movimento lateral e com avanços de bloqueadores para o segundo nível – que foi devidamente anulada pelo Philadelphia Eagles, time que soube se portar muito bem nesse aspecto durante a partida. O Eagles coloca apenas 6 homens no box (região em amarelo), o que dá ao coordenador ofensivo Kyle Shanahan uma tranquilidade para chamar a jogada terrestre por contar com 6 bloqueadores – 5 da OL e o TE no backfield – contra 6 no box. Um duelo aparentemente favorável ao ataque.

Diferente da jogada em que o Rams usou um CB como um auxílio no combate ao jogo terrestre, aqui o Eagles faz o mesmo com o diferencial de não ter adiantado um safety. Isso convenceu Matt Ryan e cia. de que correr era a melhor opção. Mas acontece que em azul temos Malcolm Jenkins, um safety jogando na posição de nickel back, marcando o WR no slot. Essa formação é uma “big nickel package”, pois usa 5 defensive backs como na formação nickel, mas em vez do tradicional alinhamento de 3 CBs e 2 Safeties, ela adota 2 CBs e 3 Safeties com um deles como o nickel CB.

A chave para anular essa chamada do Falcons foi ter um safety (azul) como nickel CB e pronto para ajudar a perseguir o RB se fosse preciso, além dos dois defensive tackles pelo meio (vermelho). Os DTs destruíram os bloqueios por dentro da OL, forçando Devonta Freeman a correr para fora. Mesmo bloqueado, Jenkins também ajudou a empurrar Freeman mais para fora, dando tempo para outro safety (verde) chegar. O Falcons baseia seu ataque nesse tipo de corrida e adora correr em primeiras descidas, de forma que será fundamental para o Patriots ganhar a batalha nas trincheiras principalmente na parte interna e contar com a ajuda dos defensive backs para impedir corridas pelas laterais.

No vídeo acima, uma das jogadas mais importantes de todo o ataque do Falcons. “Motions” e “option routes” de Mohamed Sanu. Poucos mencionam Sanu quando falam de um time que tem Julio Jones, mas o que o ex-Bengals faz nos jogos é chave. Primeiro ele se movimenta em “motion” antes do snap, confirmando que estava em marcação homem a homem, pois foi acompanhado pelo defensor. Em seguida, cruza-se com Jones já na saída da linha de scrimmage – ótima opção vs homem a homem – para correr sua “option route” que como o nome diz, permite que ele opte entre duas ou mais rotas qual irá executar de acordo com o que o marcador fizer.

Como o defensor se posiciona lateralmente e dá espaço para ele correr para a lateral em uma “quick out”, é isso que ele faz. Matt Ryan faz a mesma leitura que seu recebedor para juntos converterem uma quarta descida para três jardas. E é aqui que está o fator X. Sanu não tem 6 recepções por jogo. Com 2 ou 3 ele já pode fazer uma diferença grande porque costuma converter terceiras descidas (e até quartas) com suas “option routes”. Uma conversão dessas é o que separa um punt de um touchdown na campanha.

Impossível prever o que Bill Belichick pode fazer porque são quase infinitas as opções, mas não seria surpresa se ele colocasse em algum momento do jogo o CB Malcolm Butler em cima de Sanu e uma cobertura dupla com outros defensive backs na cola de Julio Jones. É algo que Belichick costuma fazer e pode funcionar bem com seu CB #1 no WR #2 do oponente e outros dois defensores no WR #1, dificultando bem a vida de ambos. Mohamed Sanu é um jogador para ficar ligado no Super Bowl.

O detalhe é que Matt Ryan não força passes. Joga com o que a defesa dá a ele e é extremamente preciso. Se não está lá, ele aceita o sack. Shanahan usa várias formações diferentes e “motions” quando necessário para fazer a defesa se entregar e mostrar como pretende defender aquele snap específico. Por isso, na maioria das vezes, Ryan nem sequer precisa forçar.

O que o Atlanta Falcons precisa fazer defensivamente é simples e ao mesmo tempo complexo: crescer nas terceiras descidas e segurar o Patriots em duas ou três campanhas para dar chance ao seu poderoso ataque de vencer o jogo para o time.

Esse objetivo pode ser alcançado de diversas maneiras, mas a mais óbvia delas também é a mais importante – pass rush. Nada incomoda mais Tom Brady que apanhar durante um jogo e não ter o tempo que está acostumado para lançar. Por ser um pocket passer, ele depende de um bom pocket e cabe a Vic Beasley, Dwight Freeney e aos demais fazerem essa proteção entrar em colapso o mais frequentemente possível.

O desempenho contra uma das melhores linhas ofensivas da NFL (Packers) na final da NFC foi animador. Rodgers foi incomodado e isso não se deu graças ao pass rush exclusivamente. A secundária colaborou demais como podemos ver nesse lance. Todos os recebedores bem marcados fazendo o QB segurar a bola um pouco mais do que devia. Essa é a receita. Pressionar de preferência sem blitz – Brady queima a maioria delas – e fazer cobertura homem a homem, evitando cobertura em zona que é muito bem explorada pelos recebedores de New England.

NEW ENGLAND PATRIOTS

O grande duelo do Super Bowl LI é claro para a maioria dos analistas: ataque do Falcons x defesa do Patriots. Dificilmente essa disputa não definirá a partida, então é claro que teríamos que começar com um vídeo que mostre logo de cara aquela que tem tudo para ser a principal estratégia de Bill Belichick. O genial treinador deve apostar em um uso constante da formação “nickel” (5 defensive backs – CBs ou Safeties) – algo que ele já faz com frequência – objetivando desafiar o Atlanta Falcons a vencer com o jogo terrestre e não com o aéreo. É bem possível vermos uma “dime formation” com 6 defensive backs em vários snaps, inclusive.

Isso se justificaria por alguns motivos. Primeiro, obviamente o ataque aéreo é muito mais explosivo que o terrestre, mesmo que esse também seja muito bom. Como o ataque do Patriots deve produzir uma boa quantidade de pontos, tirar a força e o potencial do Falcons pelo ar, ou ao menos limitá-lo, seria fundamental. Segundo, a linha defensiva de New England é muito eficiente no que diz respeito a manter a integridade do Gap, ou seja, cada um fecha muito bem os espaços entre os atletas da linha ofensiva, não dando espaço para as corridas pelo meio. Uma tarefa muito difícil para o time de Dan Quinn seria anular um cara como o DL Alan Branch, de forma que seria natural buscar corridas pela lateral, no entanto, a defesa do Patriots mesmo em “nickel” – que tem 5 defensive backs e consequentemente 6 homens e não 7 no front seven – ou em “dime” com 6 defensive backs consegue “tacklear” muito bem com seus cornerbacks e safeties bem treinados nos fundamentos.

No vídeo acima, vemos justamente essa ideia que deve ser usada contra o Falcons. Destacados em vermelho e amarelo, os defensive backs, sejam CBs ou Safeties, na formação “nickel”. Observe como em um segundo momento o CB Logan Ryan destacado em amarelo fecha a lateral para que o RB Le’Veon Bell não passe e corra pelo meio. Não só desafiando o Steelers a correr, mas também direcionando para que corra para onde eles querem ( o “play action” do Falcons vai ser útil explorando essa ação dos CBs e Ss). No início do lance, os dois em amarelo são Logan Ryan e o Safety Devin McCourty, cada um responsável por fechar suas laterais – set the edge – em caso de corrida, mantendo ela pelo meio. Contra Atlanta o desafio é maior pelo fato de usarem muito Zone Blocking como vimos anteriormente, mas mesmo assim é uma boa estratégia pelos motivos apontados.

Bill Belichick costuma anular os principais jogadores do ataque adversário e fazer com que eles tentem ganhar com seus nomes secundários. Se você acompanha a NFL há pelo menos dois anos já deve ter ouvido essa frase que não é papo de pescador. Realmente acontece. A ideia é simples: o técnico do Patriots acredita que seus jogadores de menos talento da defesa são capazes de ir melhor que os jogadores de menos talento no ataque do oponente. A execução dessa ideia pode variar, mas no jogo contra Pittsburgh pela final da AFC, ele resolveu dobrar a marcação em cima do WR Antonio Brown por boa parte do jogo. Enquanto Le’Veon Bell esteve em campo, houve situações de marcação dupla em ambos, desafiando o WR Sammie Coates, TE Jesse James, WR Cobi Hamilton e cia a baterem os defensive backs que ficaram com eles no mano a mano, muitas vezes sem ajuda nenhuma.

No início do vídeo, acontece um “motion” antes do snap do WR Eli Rogers e ele é acompanhado pelo CB (verde) e o detalhe é que o safety (vermelho) não se mexe, indicando claramente a marcação homem a homem. O LB Rob Ninkovich (#50) finge que vai atrás do QB, mas volta (seta e traço vermelhos) para cobrir o RB Le’Veon Bell (traço amarelo). Ele recebe a ajuda de outro linebacker (seta vermelha) que dobra em cima do running back. O WR Antonio Brown recebe a marcação homem a homem do CB Malcolm Butler (azul) e a atenção especial do S devin McCourty (seta azul) que fica deslocado para o lado do astro mesmo com 3 recebedores na esquerda.

Com Bell (amarelo) e Brown (azul) sofrendo marcação dobrada, Belichick desafia o Steelers a ganhar com suas outras armas (em roxo). Note o espaço livre que eles têm (verde) para fazer uma jogada explosiva e ganhar o jogo para seu time. O técnico do Patriots apostou que anulando os melhores jogadores de Pittsburgh, os outros não teriam a capacidade de vencer o New England e venceu a aposta. Ben Roethlisberger teve que arriscar um passe longo em terceira para uma – apenas uma das chamadas ruins que foram “forçados” a fazer.

Como será o comportamento da secundária do Patriots diante do Falcons é a pergunta de um milhão de dólares. O óbvio seria colocar Malcolm Butler para marcar o WR Julio Jones – com a ajuda de um safety – e CB Logan Ryan cobrindo o WR Mohamed Sanu. Todavia, não seria surpresa se pelo menos em alguns snaps Belichick fizer algo que já fez contra o Steelers no passado e o Colts de Peyton Manning. Usando o CB #1 (Butler) no WR #2 (Sanu) e dobrando a marcação com o Cb #2 e um safety para cima de Julio Jones, o Patriots complicaria seriamente a vida dos dois principais wide receivers do Falcons de uma só vez. Vale ficar de olho. Lembrando que como foi mostrado na análise mais acima do Falcons, Sanu é o cara das “option routes”, muito importante. Anular ele é fundamental.

A defesa do Patriots deve acertar os fundamentos, a parte técnica de cada posição para ter chance de limitar o ataque de Atlanta. Ir bem nos tackles; se posicionar adequadamente e cuidar de cada Gap; utilizar marcação homem a homem, desafiando os WRs a batê-los; e usar marcação dupla em Julio Jones com um safety sempre ligado nele. O ideal para New England é misturar essas coberturas e não manter um padrão por todo o jogo. Kyle Shanahan, OC do Falcons, é ótimo ajustando e chama muito bem cada jogada. Inclusive, possuem diversas “packaged plays” onde encaixam duas ideias dentro de uma só jogada. Podem até mesmo lançar ou correr no mesmo lance como vimos na Run/Pass option na parte inicial da coluna.

Considero que o principal ponto dessa análise tática é abordar o ataque do Falcons e a defesa do Patriots, mas vale passar também por duas das jogadas preferidas de Tom Brady e Josh McDaniels. O Steelers apresentou uma Cover 2 Zone nesse lance – não aprenderam que usar demasiadamente cobertura em zona contra Brady é um problema – com apenas o CB na parte debaixo do vídeo marcando no mano a mano.

O Patriots vem com um “trips” (3 recebedores de um lado) em um conceito que ataca muito bem aquela marcação em zona. Há uma rotação que visa confundir Brady com um safety (vermelho e seta para frente) que se adianta e deixa de ser o último homem mais em profundidade. Isso faz com que o CB da ponta direita da defesa (Artie Burns) precise recuar demais e se preocupar com a rota seam (seta reta amarela) de Danny Amendola, deixando Chris Hogan, o recebedor daquela ponta, completamente livre já que o CB mais próximo (William Gay) foi atraído pela “quick out” de Julian Edelman que cortou em direção à lateral. Ficaram dois homens no Edelman, um no Amendola e ninguém com o Hogan. Problemas de comunicação na cobertura em zona são fatais contra o Patriots. Se você prestar atenção, verá que Artie Burns até faz um sinal para que Gay fosse cobrir Hogan, mas ele não percebeu. Quase 20 jardas e muito espaço livre para o WR patriota.

Free safety fica ligado em uma rota mais longa pelo meio. CB que marca o WR veloz respeita demais sua velocidade e fica muito recuado, permitindo – assim como o FS – que ele faça uma recepção tranquila de média distância pelo meio do campo. Essa jogada é muito a cara do Patriots e pode ser que você veja ela sendo chamada duas ou três vezes no Super Bowl.

O Steelers usa 5 homens na blitz (azul), um LB fica responsável pelo RB e um safety pelo TE Martellus Bennett (traços vermelhos), e o free safety (verde) é atraído para a rota “errada”. O conceito post-in é muito bom contra formações com apenas um safety lá atrás, o single high safety. Existe o “mills concept” em que as rotas “post” e “in” estão do mesmo lado e o objetivo é usar a “in”, mais curta, para atrair o safety e lançar na “post” por cima dele. Aqui estamos diante de uma adaptação, pois as rotas não estão do mesmo lado e a prioridade é da rota “in”. Chris Hogan do lado esquerdo da linha ofensiva corre uma “in”, enquanto Julian Edelman na outra ponta executa a “post”. O TE Martellus Bennett vai de “wheel route”.

Mesmo com uma boa marcação em cima de Edelman (azul), o free safety (traço azul) é atraído para ele. Chris Hogan se aproveita do CB marcando-o de forma mais recuada, respeitando sua velocidade, e corta para o meio. Lá não há mais a ajuda do free safety. Recepção fácil de 39 jardas, convertendo uma terceira para 13 e frustrando o Steelers novamente.

Os recebedores do Patriots podem não ter muito nome na NFL historicamente, mas eles são muito inteligentes para usar a cobertura a seu favor ou graças ao esquema ou a uma cobertura em zona mal feita em que eles até podem ter mais de uma opção de rota para escolher e, fazendo a mesma leitura que Brady, assim são mortais.

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