quinta-feira, 15 de outubro de 2015

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32 por 32 - L32

 

A coluna 32 por 32 faz “observações gerais” sobre a semana que passou, em seguida aborda a parte tática do jogo em “olho tático”, “vem por aí” é uma prévia do que esperar na próxima rodada, enquanto “perguntas que ficam” é a área para responder as principais dúvidas geradas após os jogos e “no huddle” traz curiosidades e números bem interessantes da semana. Anotem na agenda e leiam toda quinta a 32 por 32! Qualquer opinião, crítica ou sugestão, a caixa de comentários está disponível sempre.

observações gerais

Colts precisa fazer com Luck o que fez com Hasselbeck

Andrew Luck começou três jogos como titular e venceu apenas um. Acertou somente 56% dos passes tentados, 5 TDs e incríveis 7 INTs, além de um fumble perdido. Rating de 65.1

Matt Hasselbeck iniciou duas partidas e venceu ambas, acertando 63,2% dos lançamentos, 3 TDs e nenhum turnover. Rating de 95.0

Hasselbeck é melhor que Luck? Ele está ameaçando a vaga de titular e briga pela posição? Nem perto disso. Quem sequer cogita essa possibilidade está vivendo em outra dimensão. Primeiro que Andrew enfrentou times melhores (Bills fora, Jets em casa e Titans fora), enquanto Matt foi desafiado pelas defesas dos dois mais fracos times da já combalida AFC Sul: Jaguars e Texans.

Obviamente Luck é muito superior ao veterano e seus números seriam melhores contra Jaguars e Texans SE o plano de jogo fosse semelhante ao utilizado com a presença de Hasselbeck “under center”. E é justamente esse o ponto. O desempenho do reserva não chama a atenção para uma disputa por posição – nem perto disso -, mas sim para uma adaptação do “play-calling” do Indianapolis. Andrew Luck e Pep Hamilton têm sido extremamente agressivos esse ano, fazendo uso de muitos passes longos, até para aproveitar a velocidade de T.Y. Hilton, Moncrief e Dorsett, mas com uma linha ofensiva que não está entre as melhores da liga, fica difícil manter tantas jogadas de passe médio ou longo (10+ jardas) vivas. Isso frustra o QB, leva ele a lançar mesmo sob pressão e acaba resultando em jogadas prejudiciais – Luck virou uma máquina de turnovers.

Como seria essa adaptação do “play-calling”? Usar jogadas semelhantes as que foram usadas quando Hasselbeck foi o titular. Várias rotas curtas, envolvimento de vários recebedores no jogo e, principalmente, lançamentos rápidos. Essa deveria ser a base de jogo do Colts até a linha ofensiva ganhar confiança e se entrosar a ponto de irem adicionando mais jogadas verticais ao longo da temporada. Detalhe é que a linha tende a melhorar sem Louis e Herremans, pois Reitz vem jogando muito bem.

Uma das análises táticas dessa semana mostra bem isso. Veja mais abaixo em “Olho Tático”.

Crise de identidade no Lions

O Detroit Lions do ano passado limitou seus adversários a uma média de 69,3 jardas corridas por jogo, mas nessa temporada o número sobe para impressionantes 126,4. Matthew Stafford sempre teve seus problemas, porém conseguia se virar, anotava TDs, ganhava alguns jogos realizando um bom papel, no entanto isso também não existe em 2015.

É um time que perdeu a identidade a ponto de colocar o QB no banco durante o último jogo em que ele sofreu 3 interceptações e não tem uma linha defensiva como a que já teve – era uma verdadeira parede para os RBs. O Lions perdeu seus cinco jogos, Stafford comete muitos turnovers e não parece ter mais a mesma química com o Megatron, a equipe não consegue correr e muito menos parar o jogo corrido. Não falta só identidade, falta linha ofensiva. Esse parece ser o problemas central do ataque, tendo em vista que apenas Manuel Ramirez vem jogando de forma aceitável. Os outros quatro titulares estão beirando ao desastre total e isso implica diretamente no desempenho dos RBs e do QB. Dan Orlovsky não é a solução e colocá-lo em campo só mostra que Jim Caldwell está completamente perdido no comando, ele precisa entender que Stafford é o QB em Detroit e que queimá-lo não ajuda em nada no decorrer da temporada. Não sou um defensor do jogador, mas claramente ele está sendo muito forçado a errar diante de uma linha que não protege nada e um jogo corrido que inexiste. Essa situação seria complicada para qualquer quarterback.

Por último, sou uma voz contrária às críticas que as linhas ofensivas de quase todos os times vem sofrendo. Tirando 4 ou 5 grupos, os demais são apenas regulares e é assim que funciona na NFL, mesmo aqueles mais elogiados tem jogos ridículos no decorrer da temporada – OL do Patriots contra o Cowboys é um bom exemplo – e isso é normal. O plano de jogo que precisa ser inteligente a ponto de minimizar as chances do QB ser incomodado e o ataque precisa ser balanceado. Abordemos a OL do Seahawks agora. Ela é ruim? Provavelmente um pouco abaixo da média da liga, mas preste atenção também por quantos segundos Russell Wilson costuma segurar a bola e como ela “piorou” com a ausência das corridas de Marshawn Lynch e foi “melhor” quando Rawls correu para muitas jardas no domingo. Coincidência? Acho que não. No entanto, voltando ao Lions, a linha ofensiva da franquia é realmente a pedra fundamental e o motivo pelo qual o time não consegue render bem ofensivamente. Outro ponto é a tabela de Detroit: Chargers, Vikings, Broncos, Seahawks e Cardinals. Quatro das melhores defesas da NFL, então a tendência é melhorar caso não entrem em crise. E para 2016: Invistam em um RT e alguns Guards, Center…

A defesa do Broncos não merece o ataque que tem

O sistema defensivo do Denver Broncos tem dado gosto de ver jogar e teve um dos melhores inícios de temporada que uma defesa poderia ter, forçando muitos turnovers, marcando pontos e muitas vezes vencendo jogos para a franquia do Colorado.

Se esse ataque funcionasse, certamente seria um dos meus favoritos ao Super Bowl, mas hoje não vejo o Broncos ameaçando chegar lá justo por ter um grupo ofensivo tão apático. Matem os culpados! A culpa começa lá de cima, tem nome e sobrenome: John Elway. Pensando no futuro e não no seu QB atual (Peyton Manning), Elway simplesmente contratou um técnico (Kubiak) que tem em mente um sistema de jogo quase que oposto ao que Manning fez em toda a carreira e pior, não tem os jogadores que precisa para fazer aquilo que imagina acontecer em campo. John Elway aparentemente estava pensando de 2016 para frente e não sonhava que a defesa da equipe fosse tão dominante como vem sendo, o que pode acabar resultando em um grande desperdício de qualidade. C.J. Anderson é provavelmente a maior decepção da temporada até então e o fato de que ele não vem sendo nem mediano faz com que Kubiak chame muito mais passes do que gostaria, o que não funciona muito bem com o seu playbook. Resumindo, o GM do Denver Broncos contratou um técnico para focar nas corridas e menos no Manning sem ter no elenco nenhum RB top de linha para isso. Quando Peyton se aposentar, essa pode ser uma boa alternativa para o time, mas tem só um detalhe: estamos em 2015 e não em 2016. Manning está jogando.

Elway é o responsável direto pelo mal aproveitamento do elenco por pensar no futuro e desperdiçar o que o time tem para dar – ou teria – nesse ano. Fato. Mas em campo não há como negar que, mesmo que a idade e o fato de estar jogando em um esquema de jogo desagradável para ele, Manning está sofrendo e os números são alarmantes. De acordo com o Football Outsiders, respeitado site de estatísticas americano, Peyton está em último no DYAR (uma métrica qualitativa deles), tendo sido ultrapassado nessa semana 5 por Winston e Kaepernick. Ou seja, estatisticamente, ele é o pior QB titular jogando na NFL hoje. Para efeito de comparação, Manning ficou em 12º no seu ano de calouro (1998) e nunca ficou abaixo de sexto colocado depois disso.

A tendência é que o panorama não mude ao longo da temporada, pois QBs com idade mais avançada normalmente sentem muito mais as pancadas e quanto mais jogos disputam, menos rendem. Então a menos que o jogo corrido seja despertado de uma hora para a outra e C.J. Anderson ou Hillman encarnem o Adrian Peterson, o Denver Broncos vencerá jogos, irá aos playoffs, mas dificilmente jogará no Estádio do 49ers em fevereiro.

O Ravens é a decepção da temporada

Perder para o Browns em casa aniquilou qualquer chance de playoffs que o Ravens tinha. Em uma divisão dominada pelo Bengals (que venceu o Seahawks de forma espetacular) e com um Steelers que conseguiu vencer mesmo com Michael Vick como o signal caller, Baltimore não vai conseguir ir a lugar algum em 2015.

Perder Terrell Suggs por lesão foi um duro golpe para uma defesa que tem problemas na secundária, já que Jimmy Smith e Kyle Arrington vão jogo a jogo mostrando que fazem realmente uma temporada bem fraca. Além disso, Joe Flacco está bem abaixo do esperado e a perda do seu WR1 (Steve Smith) não ajuda em nada. WR Breshad Perriman é, sem dúvidas, o rookie que mais faz falta sem sequer ter jogado ainda.  

As 4 divisões da AFC estão encaminhadas

Eu sei que se passaram apenas 5 semanas (apenas vírgula né? Quase 1/3 da temporada regular), mas parece que as divisões da AFC já têm dono: Bengals (Norte), Colts (Sul), Patriots (Leste) e Broncos (Oeste). Cincinnati segue invicto com 5 vitórias e tem duas de vantagem para o segundo colocado, isso sem contar o fato de que o tal time que está em segundo na divisão – Steelers – sofre com Vick de QB, o que é outro ponto a favor do Bengals. Na Sul, pode cair uma bomba atômica em Indianapolis que mesmo assim o Colts vence por lá, ou ao menos é essa a impressão que fica depois de jogos como contra Jaguars e Titans. No Leste temos um outro domínio de anos por parte de New England e no Oeste o Broncos segue invicto com recorde 5-0, enquanto os rivais amargam mais derrotas que vitórias.

Raiders, Chargers, Steelers, Jets e Bills surgem como candidatos a brigar por vaga no Wild Card. Aposta em quais? Meus palpites seriam Pittsburgh e NY.

olho tático

Todo mundo curte análises táticas, então começarei abordando um assunto falado nas observações gerais no início dessa coluna e depois poderemos ver o Pass Rush do Cowboys atacando Brady por um outro ângulo. Vamos nessa!

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Há muito o que falar sobre essa figura 1. Primeiro, é uma formação conhecida por, dentre outras nomenclaturas, “Empty Backfield”, que seria algo como “fundo do campo vazio”, pois apenas o QB está atrás da linha de scrimmage, sem a companhia do RB (nesse caso o RB Frank Gore está alinhado como WR do lado esquerdo com traçado amarelo).

Sobre as rotas, temos a rota em vermelho que é a Curl, onde o jogador corre 10/15 jardas e volta em direção ao QB pelo lado de dentro do campo. A rota em amarelo é a Flat, feita nesse caso pelo RB Frank Gore, onde ele apenas “desliza” em direção à lateral para ser uma válvula de escape. Na parte de cima, temos a rota preta que é a Go e nela basta correr reto em profundidade. Tanto a rota azul quanto a laranja são conhecidas como In, os atletas correm em linha reta e fazem um corte brusco de 90º para a área interna do gramado.

O detalhe é que são 3 recebedores correndo rotas curtas, um em rota longa e outro em rota de médio alcance (vermelho). Foi muito importante o play-calling do Colts com Hasselbeck no comando para que ele pudesse se livrar rápido da bola, então vimos várias jogadas como essa. Ter o RB como válvula de escape foi essencial e a bola saiu em 2 segundos da mão do QB nesse lance e em outros. Com Luck vai ser imprescindível que Pep Hamilton chame mais jogadas “conservadoras” para proteger seu QB que vem de lesão, pois o QB titular da equipe sofreu com chamadas em que ele não tinha a chance de passar a bola rapidamente. A chegada de Ahmad Bradshaw também deve ajudar.

colts2

Rota Curl (vermelho) coberta por CB e Safety, bem como a rota Go (preto). Flat (amarelo) coberta por um LB, mas a primeira leitura do Hasselbeck foi uma das rotas In, com lançamento para a circulada em azul. Passe completo em 2 segundos, pressão não chegou e J.J. Watt não conseguiu um sack sequer no jogo. Luck gosta de ser agressivo, mas precisa de mais jogadas assim e pode alternar passes mais longos no decorrer da partida.

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O Patriots sofreu com o Pass Rush do Cowboys no último domingo e um dos motivos foi a inteligência da defesa de Dallas nas blitz. Nas pontas (traços amarelos) temos dois jogadores na 6-tech batendo de frente com os Offensive Tackles. No centro, jogando na 0-tech, Tyrone Crawford fica frente a frente com o Center patriota. Atenção aos dois LBs ao fundo, eles virão em blitz.

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Os camisas #77 e #76 do Patriots estão mano a mano com os jogadores que estavam nas pontas na figura 1, Crawford jogando na 0-tech enfrenta o Center (preto). Agora vem o X da questão, o #69 está pronto para bloquear um dos LBs adversários e o #67 acredita que cuidará do outro, mas veja que as setas verdes indicam que eles vão cruzar pela lateral dos atletas da linha defensiva. No lado direito da linha ofensiva, o RG e o RT se ajustam corretamente, porém o LG (#69) e o Center (#60) não conseguem o mesmo sucesso como pode ver abaixo.

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Circulados em amarelo, tanto o #60 quanto o #69 bloqueiam o mesmo jogador, Tyrone Crawford (#98). Já o LB #55, que na figura anterior estava na frente do #69, cruza na frente deles e ataca o A-Gap entre o C e o RG. Quando ele vai para o outro lado, o LG fica sem saber o que fazer e volta para bloquear o jogador que estava com o Center, deixando o LB livre e sem bloqueio. Na ponta direita acontece o mesmo, o #50 que ainda está de frente para o #67 cruzará por fora do #76, no C-Gap. 

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Como podem perceber, em azul o #76 que estava bloqueando um jogador, troca e passa a bloquear o #50 que cruzou tentando passar por fora e deixou aquele que ele ora empurrava para o LG em amarelo cuidar. Ou seja, houve um cruzamento dos defensores, mas os atletas da linha ofensiva ajustaram os bloqueios e inverteram as responsabilidades também – cada um passou a bloquear aquele que era obrigação do outro antes do snap. Perfeita a resposta. No entanto, pelo meio isso não aconteceu e o Center (vermelho) não trocou a tempo com o #69, assim o #55 seguiu livre para derrubar Brady. Méritos dessa jogada para o Tyrone Crawford (#98) que conseguiu demandar bloqueios do LG e do C nele e abrir espaço para o LB finalizar a jogada. Reveja as 4 figuras para captar melhor.

vem por aí

– A semana 6 começa com Saints e Falcons, duas equipes em situações bem distintas. Atlanta é favorito absoluto para seguir invicto e o jogo é bom para apreciar o talento de Julio Jones contra uma secundária problemática.

– Para você que é alternativo e gosta de jogo menos badalado, aproveite o pior da rodada: Texans e Jaguars.

– O Carolina Panthers é um daqueles invictos que ainda ficamos com o pé atrás, mas agora é a hora de provar se esse time tem algo de especial: enfrenta o Seahawks em Seattle. Mesmo que perca, se perder jogando uma partida disputada será um bom sinal.

– Como o Bills enfrenta o Bengals, o Jets tem a ótima chance de ganhar uma vantagem na segunda posição da AFC Leste. Resta bater o Redskins em casa.

– Na AFC Norte a tendência é de que as coisas se compliquem para o Steelers. Hoje o time não tem talento para bater o Arizona Cardinals e caso a derrota se confirme é mais um peso nas costas do Big Ben para correr atrás quando voltar.

– Teremos a reedição de um Super Bowl bem recente (são várias reedições esse ano devido ao SB 50) através do duelo entre Ravens e 49ers. Pena que muita coisa mudou de lá para cá e isso transforma esse jogo em algo nada convidativo.

– Rivais de longa data, mas duelo fácil novamente para o Patriots esse ano. O Colts terá seu QB Andrew Luck de volta sabe-se lá em que situação física. Se mesmo com ele inteiro New England já era favorito, agora então…

– O jogo mais importante da semana será o Monday Night Football. Giants e Eagles batalham na Philadelphia, onde NY pode se firmar de vez como a força da divisão leste da NFC ou pode dar uma força ao time da casa para uma arrancada de recuperação. Aposto no Giants.

perguntas que ficam

Cowboys ou Steelers – Quem estará em situação pior até a volta de seu QB titular?

Pittsburgh por dois motivos: O time bem ou mal conseguiu vencer sem Big Ben e, além disso, terá seu QB de volta mais cedo. A situação da divisão AFC Norte também ajuda, pois o Bengals deverá ser o líder e nenhum outro ameaça minimamente a segunda posição, o que nos dá um fato – Steelers brigará por Wild Card e deve conseguir.

Já Dallas está sem conseguir vencer, deve trocar até de QB e Romo ainda ficará mais semanas fora. Na divisão, o Giants assumiu a ponta e tanto Eagles como Redskins ameaçam tomar da equipe o segundo lugar. Então Romo e Cia provavelmente vão ter que brigar primeiro para assumir pelo menos a segunda colocação para depois pensar nos playoffs.

Sean Payton pode mesmo deixar o Saints e ir para Colts ou Dolphins?

Pode sim, nada o impediria. Ele tem contrato por mais dois anos, mas nada que uma compensação por parte do time contratante não resolva. No entanto, é muito cedo para dar algum crédito a esses boatos – isso só será realmente discutido, se for, após a temporada atual – apesar de que eu acredito nesse interesse de ambas as franquias. Mas é impossível saber o que se passa na cabeça de Payton que tem um laço muito forte no Saints, mesmo crendo que ele consideraria especialmente ir para Indianapolis trabalhar com um QB jovem e talentoso como Luck. Para quem não sabe, Sean Payton é uma genial mente ofensiva.

O St. Louis Rams tem chances de playoffs?

Sim. Mas são poucas. Eu apostei no Rams como um dos times que iam surpreender e acredito que eles têm ido muito bem na parte defensiva. Ao contrário de alguns times que prometem e não entregam, a defesa se St. Louis vem jogando com muita qualidade e conseguiram, por exemplo, forçar duas interceptações (!) e um fumble no QB Aaron Rodgers em pleno Lambeau Field. O Problema é a carência de recebedores e de um bom jogo aéreo – Foles também está bem abaixo do que poderia fazer. Bom jogo corrido o Rams terá por anos e anos com o rookie Todd Gurley ao que tudo indica.

no huddle

– Asilo? Em Colts @ Texans, um Safety de 34 anos conseguiu 2 interceptações, um WR de 34 anos anotou dois TDs, um RB de 32 anos marcou um TD e correu para 98 jardas, um QB de 40 anos somou 213 jardas e 2 TDs e um Kicker de 42 anos acertou dois Field Goals. Se alguém não percebeu, todos os referidos são jogadores do Colts.

– S Charles Woodson chegou a 64 interceptações na longa carreira e empatou com o lendário Ed Reed. Estão em sexto lugar no ranking de todos os tempos.

– O Cardinals tem 55 pontos advindos de turnovers forçados, melhor marca da liga.

– Jacksonville Jaguars é o time que está há mais tempo sem vencer em casa. São 11 derrotas consecutivas.

– Aaron Rodgers sofreu 3 turnovers (duas interceptações e um fumble) no domingo. A última vez que ele sofreu essa quantidade de turnovers foi em 2009.

– Bengals está invicto e com recorde 5-0. Sabe o que aconteceu na última vez que eles conseguiram essa marca em 1988? Chegaram ao Super Bowl.

– 10 de 16 times da NFC já perderam três vezes ou mais em 5 semanas. Wow!

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