quinta-feira, 11 de abril de 2019

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O New York Giants anunciou na noite desta quarta-feira (10) a renovação de contrato do WR Sterling Shepard, no valor de U$ 41 Milhões e válido por quatro temporadas. Os números representam o salto de importância e valor que o camisa 87 passa a ter a partir de 2019, principalmente por conta da ausência de Odell Beckham JR, negociado com o Browns. Shepard, agora o principal recebedor do Giants, faz parte de uma lista de atletas que pela primeira vez na carreira precisarão assumir o papel de verdadeiros protagonistas em seus times.

Para o recebedor do Big Blue, a mudança de status aconteceu por conta de uma ausência fundamental no elenco, mas nem sempre esse é o motivo principal desta transição. Fatores como a posição escolhida no draft, o valor do novo salário ou a promoção à posição de titular também influenciam na quantidade de pressão e protagonismo que um atleta irá receber durante a temporada. No texto especial de hoje, listamos cinco jogadores que precisarão ser destaques de suas equipes em 2019 e explicamos por que eles se tornaram fundamentais dentro da liga.

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STERLING SHEPARD (WR) – New York Giants

Nada mais justo do que iniciar a lista com o atleta que serviu de motivação para o assunto do texto. Aos 25 anos, Shepard entra em 2019 na sua quarta temporada como profissional, ganhando como “presente” um novo contrato e a chance de se tornar o WR1 do Giants, diminuindo a bronca da torcida com a diretoria após a negociação de Odell. É importante lembrar que, por mais talentoso que seja, Shepard não é um recebedor do nível do camisa 13 e precisará ficar longe da sombra do ex-companheiro, criando seu próprio legado. No último ano, apesar da fraca campanha da equipe, Shepard fechou a temporada com alguns dos melhores números da sua carreira, somando 66 recepções e 872 jardas. Os quatro touchdowns anotados representaram metade da marca alcançada pelo recebedor na sua temporada de calouro, o que demonstra a sua qualidade. Em 2019, e nos próximos anos do seu novo contrato, ele será fundamental dentro do processo de reconstrução da franquia.

LEONARD FLOYD (LB/DE) – Chicago Bears

Escolhido na 9ª posição geral do draft em 2016, Leonard Floyd é um defensor versátil e que atua em uma das defesas mais interessantes e talentosas da NFL. Os números somados pelo Outside Linebacker desde a sua transição para o nível profissional são satisfatórios, mas ainda não o colocam entre os Pass Rushers jovens mais comentados da liga. Em 2019, o Bears espera que isso mude. Em campo nas 16 partidas da temporada regular em 2018, Floyd somou apenas 4 sacks, o número mais baixo da sua carreira até então. Em entrevistas recentes, o jogador reconheceu o ano de altos e baixos e reforçou a vontade de voltar mais forte em 2019, seu penúltimo ano dentro do contrato de calouro. Pensando no seu futuro na NFL e com a camisa de Chicago, o defensor sabe que uma temporada dominante em 2019 será essencial para torná-lo protagonista de um grupo já bastante talentoso.

DALVIN COOK (RB) – Minnesota Vikings

O desempenho decepcionante de Kirk Cousins em Minnesota ajudou a esconder o ano abaixo da média do RB Dalvin Cook, em sua segunda temporada na franquia. Até o momento, o talentoso corredor perdeu uma quantia significativa de jogos desde que entrou na NFL e a dificuldade de se manter saudável vem sendo o seu principal inimigo na luta para se tornar um dos melhores Running Backs da liga. Quando esteve em campo, Cook mostrou talento para correr dentro e fora dos tackles, além da qualidade para receber passes, dando flashes da arma ofensiva que ele pode se tornar dentro do esquema ofensivo de Minnesota. A torcida, aparentemente, vem tendo bastante paciência com o jogador, mas é necessário que ele participe dos 16 jogos da temporada para que as opiniões não mudem. Em um elenco em que vários jogadores ficaram devendo, Cook espera tirar o seu nome dessa lista já em 2019.

O.J HOWARD (TE) – Tampa Bay Buccaneers

Escolhido na primeira rodada do draft, O.J Howard não é um TE comum e o fato de ter sido selecionado tão alto pelo Bucs apenas exemplifica isso. Seus números, inclusive, não são decepcionantes após dois anos de carreira como profissional, mas problemas no tornozelo e no pé deixaram o jovem jogador fora de seis jogos na última temporada, freando a sua evolução. Com 11 TDs somados e uma incrível média de 16.6 jardas por recepção na carreira, Howard é exatamente a arma ofensiva que o Bucs esperava quando o selecionou, mas a torcida sabe que ele pode fazer muito mais, entrando para a lista dos TE mais dominantes da liga e seguindo o mesmo caminho que George Kittle (49ers) percorreu em 2018. Comandado por Bruce Arians, ele tem tudo para anotar os seus melhores números nesta temporada. A torcida em Tampa Bay já espera ansiosa.


COOPER KUPP (WR) – Los Angeles Rams

Parte fundamental de um dos ataques mais produtivos da NFL, Cooper Kupp mostrava a esperada evolução durante a temporada 2018 quando uma lesão de ligamento o tirou de combate, acabando com as chances do jovem recebedor atuar no Super Bowl e ser um fator diferencial para o Rams. Em dois anos como profissional, ele ainda não se tornou o principal recebedor de LA, mas deu flashes de que pode ser muito útil dentro da liga e por vários anos. Em apenas 23 jogos, Kupp soma 11 TDs e 1435 jardas, atuando em um ataque que conta com diversas peças de qualidade. Para 2019, além de retornar em boas condições físicas, o recebedor quer ultrapassar a marca de 1000 jardas recebidas pela primeira vez e continuar sendo o alvo seguro de Jared Goff. A expectativa é que o camisa 18 cumpra esses objetivos com facilidade.


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