quinta-feira, 8 de outubro de 2015

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32 por 32 - L32

 

A coluna 32 por 32 faz “observações gerais” sobre a semana que passou, em seguida aborda a parte tática do jogo em “olho tático”, “vem por aí” é uma prévia do que esperar na próxima rodada, enquanto “perguntas que ficam” é a área para responder as principais dúvidas geradas após os jogos e “no huddle” traz curiosidades e números bem interessantes da semana. Anotem na agenda e leiam toda quinta a 32 por 32! Qualquer opinião, crítica ou sugestão, a caixa de comentários está disponível sempre.

observações gerais

New York Giants com tudo a seu favor

O Dallas Cowboys sofre sem Tony Romo e Dez Bryant e foi derrotado pelo modesto time do Saints mesmo ganhando nova vida com o erro imperdoável do Kicker da franquia de New Orleans. E o que dizer do Eagles? Perdeu jogo chave em confronto de divisão contra o Redskins mesmo tendo sido o melhor jogo de Sam Bradford, então fica difícil acreditar em um time que segue sem usar o jogo corrido – algo tão importante no sistema de Chip Kelly, mas foram apenas 17 tentativas. Aliás, até por isso o ataque de Philly no último jogo ficou menos de 19 minutos em campo, já a defesa permaneceu sendo martelada por mais de 41 minutos.

Romo e Bryant ainda vão perder muitos jogos e, se tudo acontecer conforme a lógica, é bem provável que o Giants assuma a ponta da divisão e com uma distância em relação ao recorde do time de Dallas à época do retorno de suas estrelas. Os próximos 5 jogos serão decisivos sobre as chances de playoffs da franquia de Nova Iorque e sobre a possibilidade de vencer a NFC Leste. São eles:

49ers @ Giants

Giants @ Eagles

Cowboys @ Giants

Giants @ Saints

Giants @ Buccaneers

Eagles fora e Cowboys em casa são essenciais para as pretensões do time e 4 desses 5 duelos são favoráveis ao Giants, exceto o jogo na Philadelphia que deverá ser mais complicado. Vale lembrar a situação dos gigantes de NY, pois a equipe começou o ano perdendo dois jogos no último quarto para times fortes: Cowboys em Dallas e Falcons em casa. Ou seja, não perdeu para qualquer um, até porque naquela altura a franquia de Jerry Jones estava com seus principais jogadores em campo e o Atlanta hoje se mostra uma grata surpresa. Repito, o Giants vendeu caro ambas as derrotas.

Uma das coisas que mais se notou nas derrotas foram os problemas na secundária da equipe treinada por Tom Coughlin, outros ainda mais acentuados no Pass Rush – ambos não foram corrigidos – e uma desproporção entre jogadas de passe e corridas, mas isso já melhorou muito nas últimas duas semanas. Na derrota para o Falcons, Eli lançou 40 vezes e entregou a bola para a corrida em apenas 14 jogadas. Já nas últimas duas vitórias foram 32 passes e 31 corridas seguidos de 35 passes e 25 corridas, contra Redskins e Bills respectivamente.

Outro ponto positivo tem sido o QB Eli Manning que em 4 jogos sofreu apenas 1 interceptação e está cuidando muito bem da bola, algo essencial nesses próximos cinco duelos tão decisivos. A surpresa fica por conta do front seven do Giants que ainda não cedeu 100 jardas terrestres ou mais para nenhum adversário e olha que já enfrentou o elogiado RB Devonta Freeman, reduzindo-o a 25 jardas em 12 tentativas. É um aspecto extremamente importante para a defesa do time, pois contra 49ers, Eagles, Cowboys e Buccaneers (4 dos próximos 5 jogos), limitar as jardas terrestres e forçar o jogo na mão dos QBs dessas equipes é um bom negócio.

Bengals domina a AFC Norte

Steelers? Ravens? Que nada. Bengals tem o atual recorde 4-0, é um dos invictos na temporada e se encaminha mais uma vez para os playoffs graças ao seu ótimo desempenho, à lesão do quarterback Ben Roethlisberger e aos maus resultados do Ravens.

Sem nenhuma derrota e jogando da forma que está jogando, fica bem difícil imaginar alguém tirando o título da divisão esse ano das mãos de Cincinnati. Andy Dalton tem 9 TDs e apenas 1 INT nos primeiros quatro jogos, contando com uma das boas linhas ofensivas da NFL e uma dupla confiável de recebedores – TE Tyler Eifert e o WR A.J. Green. Sanu e Jones se alternam com bons jogos e colaboram também. Um ponto muito positivo da equipe é o fato de ela ser muito equilibrada nos dois lados da bola e no ataque isso acontece porque em nenhum momento o Bengals abandona o jogo corrido – em apenas um confronto correu para menos de 100 jardas. A dupla Giovani Bernard e Jeremy Hill não conseguiu uma performance explosiva, mas juntos conseguem somar boas jardas constantemente e facilitar o trabalho de Dalton, que está muito bem esse ano. Dos 15 TDs do time até então, 6 foram anotados por seus RBs. Proporção passe/corrida do Bengals nas 4 semanas:

Semana 1 — 34 passes e 27 corridas (de RBs)

Semana 2 — 26 passes e 30 corridas

Semana 3 — 32 passes e 25 corridas

Semana 4 — 24 passes e 22 corridas

Não à toa o ataque tem sido eficiente na construção do recorde 4-0, há uma boa distribuição e que funciona, até porque não adianta seguir esse padrão sem resultados parecidos em termos de jardas, TDs etc. A franquia tem noção que Andy Dalton é um QB de mediano para bom e com limitações, então montaram uma boa linha ofensiva que, com dois RBs de bom nível, vai conseguindo deixar esse ataque bem sólido. Isso é claro quando olhamos para o aproveitamento na Red Zone – nunca menor que 50%. Ou seja, quando chega nas últimas 20 jardas do campo, Cincinnati anota TDs em, no mínimo, metade das vezes.

Do outro lado da bola, a defesa do Bengals é agressiva e forçou fumble em todos os jogos na temporada – são 11 sacks, 5 fumbles forçados e 3 interceptações no total. Ela aparece muito bem para mudar o rumo do jogo ou assegurar o resultado para a equipe. A linha defensiva tem jogado muito bem, com destaque para Geno Atkins e Carlos Dunlap que contribuem muito para esse número de turnovers forçados e para a agressividade do front seven. Na secundária, Adam Jones está surpreendendo positivamente.

Equilíbrio. Isso que precisa ser mantido para que o time siga nesse ritmo de boas apresentações. No ataque, corrida e passe caminhando lado a lado e se complementando com eficiência. No sistema defensivo, não há um grande destaque, mas todos os setores estão trabalhando bem em conjunto e assim a defesa é top 10 atualmente. Ninguém segura o Bengals na AFC Norte, a não ser que aconteça uma hecatombe lá em Cincinnati e o time imploda. Vale lembrar que tem quem chame Andy Dalton de Sr. Setembro, então aguardemos por Outubro, mas gostei muito do que vi até aqui.

Todd Gurley “estreando”

Não foi o primeiro jogo de Gurley na NFL – foi o segundo – e por isso as aspas, mas foi a primeira partida em que ele recebeu uma boa carga de corridas e correspondeu bem demais. Contra a boa defesa do Arizona Cardinals, o rookie somou 146 jardas em 19 tentativas, 7.7 jardas de média por corrida, ajudando muito o St. Louis Rams a vencer o fortíssimo rival de divisão fora de casa.

Falando um pouco do jogo, foi um dos melhores da rodada, confronto de duas equipes que jogam na NFC Oeste, uma das mais difíceis e encardidas da NFL esse ano (49ers, Rams, Seahawks e Cardinals). Foi uma partida que mostrou a força do Rams diante do líder da divisão e jogando em Arizona. O grande diferencial a favor de St Louis foi o número de sacks que conseguiu (4), fumbles forçados e recuperados (2) e interceptação, além disso foi mais eficiente convertendo terceiras descidas – bem como parando o Cardinals nessas descidas importantes – e na red zone (onde o adversário chegou por 5 vezes e só conseguiu um TD). Teve uma jogada que Arizona ficou a 2 jardas da end zone e não conseguiu entrar após 3 tentativas! Basicamente o Rams fez o que é necessário para bater esse adversário jogando lá: defesa jogando em alto nível e ataque correndo bem com a bola.

Sigo acreditando no Seahawks no topo, enquanto Rams e Cardinals vão se matar por uma vaga no Wild Card, com favoritismo para o segundo.

Ê Miami Dolphins…

Uma linha defensiva que prometia muito com Suh e Wake juntos, o que deveria elevar o nível da defesa. Um ataque que conta com o segundo melhor QB da divisão (já que os QBs de Jets e Bills não iriam produzir bem), um bom TE (Cameron) e dupla de recebedores (Stills e Landry), bem como um RB de qualidade (Miller). Esse ano o Miami tem time para chegar aos playoffs via Wild Card…chega! Era o que muitos analistas esperavam e foi meu palpite no podcast da Liga dos 32 – Patriots seguido de Dolphins na AFC Leste.

Em 4 jogos, a equipe já demitiu treinador, amarga um recorde 1-3, perdeu os dois jogos de divisão que disputou – olha que não enfrentou o Patriots ainda – e foi derrotado pelo Jaguars. Parece que é difícil para o Dolphins conseguir alguma coisa.

O que deu errado? Nos últimos três jogos, Tannehill tentou pelo menos 44 passes. Um ataque que não consegue ser minimamente balanceado dificilmente vence na NFL, a não ser que você seja o Denver Broncos e tenha a atual melhor defesa da liga. Mesmo quando não está atrás do placar, o Dolphins insiste em colocar muito peso nas costas de seu QB que é limitado e isso gera turnovers – são 5 interceptações nas semanas 3 e 4. Lamar Miller não está sendo bem utilizado, pois ele foi realmente mal apenas contra o Jaguars e nos demais jogos normalmente recebeu pouquíssimas chances de correr (foram 7 tentativas em cada um dos últimos dois confrontos).

A defesa é inepta. Não para a corrida, não consegue pressão e vai mal na secundária. Para esse ano não dá mais, é preciso definir quem vai ser o técnico – o atual interino não pode mudar muita coisa em termos de jogadas, pois o playbook já foi definido para a temporada -, os jogadores que irão permanecer para 2016 e todo esse tipo de coisa. É uma equipe que tem jogadores talentosos nos dois lados da bola, mas é muito mal treinada e gerida. Dar um contrato de quarterback para o Ndamukong Suh é mais uma amostra disso.

Panthers está 4-0, mas calma!

Outro que ganhou 4 jogos foi o Panthers, mas diferentemente do Bengals, a equipe ainda não passa uma grande confiança. Carolina enfrentou adversários que não vem bem na temporada (Jaguars, Texans, Saints e Bucs) e precisamos aguardar um pouco até falar melhor da equipe. Os próximos quatro jogos serão bem mais interessantes para uma análise mais apropriada (Seahawks, Eagles, Colts e Packers), mas já dá para dizer que o Falcons é o melhor time da divisão hoje e o Panthers brigaria por um Wild Card bem duro de conseguir na NFC que conta com candidatos fortes.

olho tático

O Bengals foi um dos temas nas observações gerais lá acima e também é um dos escolhidos no “Olho Tático”. Quem acompanha a NFL quer saber o motivo de o time estar funcionando tão bem e eu expliquei no início da coluna – hora de exemplificar e você ver com seus próprios olhos.

Bons ataques são montados com base nas características dos jogadores que a equipe tem no elenco, levando em conta as qualidades e pontos fracos de cada um. Todo sistema ofensivo tem suas limitações, sendo assim, chamar a jogada certa na hora certa não tem preço. Abaixo vemos uma chamada inteligente do Bengals diante da boa defesa do Chiefs:

bengals1

O Bengals conta com 4 recebedores e o Chiefs dispõe de 3 CBs e 2 safeties para impedir a jogada aérea. São 4 jogadores de linha defensiva que vão tentar fazer pressão no QB e 2 LBs (um em vermelho e o outro em verde) que, nessa jogada, foram designados para defender Kansas City do jogo corrido e, em caso de passe, ajudar a marcar o recebedor que estiver na zona deles.

Atenção ao TE Tyler Eifert (amarelo), ele está à direita da linha ofensiva, mas vai em “motion” para a esquerda como veremos na próxima figura. Observe que o LB em verde fica na cobertura do WR da ponta esquerda após perceber que é jogada de passe.

bengals2

Nessa figura 2, perceba que o TE (amarelo) já se posicionou à esquerda da linha ofensiva e, mais importante, nenhum marcador se deslocou após ele ter se movimentado para lá, o que mostrou a Andy Dalton que não havia marcação homem a homem em Eifert. Os dois recebedores da direita vão correr rotas longas (setas azuis) e arrastar seus marcadores em profundidade. O Free Safety (rosa) recua para cobri-los.

Após o Play Action do QB do Bengals, quando ele finge que entrega a bola para seu RB, o LB em vermelho – que acaba sendo quem cobre o TE (amarelo) por estar mais próximo – se adianta pensando que é corrida, enquanto Tyler Eifert faz a sua rota (seta amarela) e ganha separação como podemos ver na figura 3.

bengals3

E aí está o desenvolvimento da jogada. LB (vermelho) longe de chegar para fazer o tackle e Eifert (amarelo) com muito espaço para correr e conquistar 16 jardas. Veja que o outro LB (verde) ficou na marcação do WR pelo lado esquerdo como falado e os outros recebedores (azul) seguiram em profundidade carregando a marcação e abrindo espaço. Safety (rosa) ainda mais ao fundo. Jogada bem desenhada e chamada no momento certo diante de um posicionamento da defesa que não era ideal para impedi-la.

falcons1

Dificilmente um RB vai conseguir correr bem sem uma boa linha ofensiva e, da mesma forma, é raro uma linha ofensiva fazer com que um corredor meia boca se consagre. O mais comum é um bom trabalho de ambos em conjunto e é isso que vem acontecendo entre a linha ofensiva do Falcons e o RB Devonta Freeman que começou bem a temporada. Observe que o Texans tem 7 homens somando DLs e LBs nessa jogada. Atlanta tem 5 jogadores de linha ofensiva e um Fullback para realizar bloqueios. Sete contra seis, lembre disso.

falcons2

Logo após o snap, a linha ofensiva se movimenta toda para a direita, cada um bloqueando o seu homem, enquanto o Center (preto) sai correndo para bloquear um dos Linebackers. O Fullback se direciona para anular o defensor no lado esquerdo (linha verde) e o outro LB (vermelho) fica livre. Sete contra seis, um sobra.

falcons3

Dá para ver bem nessa figura 3 que todos estão sendo bloqueados, exceto os dois LBs (verde). Porém, um deles será. O Center (seta preta) ainda não bloqueou ninguém e está perseguindo um deles. RB Devonta Freeman (número 24) se posiciona para correr em direção aos LBs.

falcons4

Quatro jogadores do Texans anulados do lado direito (amarelo), um bloqueado pelo FB e longe da jogada (vermelho), LB empurrado pelo Center (preto), tudo isso faz com que sobre apenas um jogador livre (LB com o traço verde) e é responsabilidade do RB quebrar esse único tackle para correr para o TD. É isso que Freeman faz. Ótimos bloqueios que não serviriam de nada se o corredor não fosse ágil, mas ao mesmo tempo inteligente para saber a hora certa de atacar o buraco, e também quebrasse o tackle do jogador livre. Jogada bem executada pela linha ofensiva + RB.

vem por aí

– A semana 5 é inaugurada por Colts e Texans, em Houston, na quinta-feira. Indianapolis está tendo dificuldades em todos os jogos com uma secundária baleada e um ataque que prometia, mas não tem entregado qualidade. Texans confia na sua defesa e em Arian Foster, apesar de que essa é a melhor chance de Ryan Mallett jogar bem. Luck deve voltar de lesão e enfrenta J.J. Watt. Ops! Talvez não seja uma boa hora para voltar.

– O grande destaque da rodada é Seahawks @ Bengals. O confronto coloca duas equipes talentosas frente a frente, sendo o Seahawks o time em ascensão e Cincinnati o invicto e sólido nesse início da temporada. Promete!

– Um jogo que vai servir para testar bem a defesa do Rams é o próximo contra o Packers fora de casa. Rodgers e cia sempre costumam pontuar muito no Lambeau Field, então é bom ficar ligado para ver até onde esse St. Louis aguenta.

– O Dallas Cowboys, que perdeu tanta gente, recebe Rolando McClain e Greg Hardy voltando de suspensão justamente contra o forte time do Patriots. Sem chances para Dallas, que deve seguir sua sina sem Dez Bryant e Tony Romo, mas são dois retornos importantes para a sequência da temporada.

– Desde que Peyton Manning chegou a Denver, esse é o melhor Raiders que ele já enfrentou e o jogo será em Oakland. Caso o ataque do time da Califórnia não ceda turnovers e permita que a defesa do Broncos domine, pode ser um jogo interessante.

– Mais uma semana com jogos de horário nobre que deixam a desejar no papel. 49ers e Giants não é partida para um SNF e Steelers x Chargers até seria não fosse o que aconteceu com Big Ben. Que pelo menos sejam confrontos apertados até o fim, o que acho difícil.

perguntas que ficam

Cardinals ou Seahawks – quem leva a divisão?

Seattle cresceu com a volta de Kam Chancellor, precisa ainda do Lynch bem para ter mais volume de jogo no ataque, mas já é um time que tem mais capacidade que Arizona dentro e fora da divisão. Lembrando que os dois se enfrentam e, enquanto eu diria que deve dar uma vitória para cada lado, coloco o Seahawks como favorito e o Cardinals brigando por Wild Card, mas com muito mais força nos playoffs que ano passado obviamente.

Michael Vick é suficiente para o Steelers?

Não. Pittsburgh vai sofrer com ele porque diante de uma secundária (Ravens) que cedeu muitas jardas e TDs para 4 WRs nas semanas anteriores, Vick não conseguiu nada, então imagine contra defensive backs melhores? E outra questão é: em quarta descida para uma jarda, Tomlin prefere passar que usar o RB Le’Veon Bell. Isso também é o tipo de play calling que não ajuda.

Como o Colts está liderando a divisão jogando tão mal?

A AFC Sul continua ruim. Simples. E hoje o Colts é mais um time ruim jogando lá. Titans evoluiu, Jaguars evoluiu, mas seguem frágeis ainda e entregando jogos para a franquia de Indianapolis. Tennessee perdeu no último quarto quando tinha 99% de chances de vencer e o Jaguars errou 3 FGs (tecnicamente dois), sendo um a segundos do fim do jogo e que daria a vitória a Jacksonville e outro na prorrogação. Estão querendo deixar o Colts vivo.

no huddle

– Em 2014, Trent Richardson conseguiu 156 jardas em 41 tentativas, uma média de 3.8 jardas por corrida. C.J. Anderson, em 2015, somou 117 jardas em 43 tentativas, resultando em uma média de 2.7 jardas por carregada. Pois é, C.J. está pior que Trentão.

– Dezoito. Esse é o total de chutes desperdiçados por Kickers na semana 4, sendo 14 FGs e 4 Extra Points. Segundo maior número da história.

– Quem não teve problemas com Field Goals foi o brasileiro Cairo Santos. Ele acertou 7(!) e quebrou o recorde de FGs acertados em um jogo pelo Chiefs. O recorde da NFL são 8 (Rob Bironas)

– O Colts venceu seu 15º jogo de divisão seguido no último domingo (contra o Jaguars), empatando com o Dolphins (1972-1973). Se vencer o Texans hoje, quebra o recorde.

– Todos sabemos que o Eagles tem um ataque “up tempo” que acelera demais entre uma jogada e outra, dando pouco tempo às defesas. Sabe quem tem sido mais rápido em várias situações de ataque que o Eagles? Houston Texans.

– Drew Brees alcançou a marca de 400 TDs com o passe para CJ Spiller na prorrogação diante do Cowboys. Foi o mais rápido a chegar a marca, já que precisou de apenas 205 jogos.

–  Adrian Peterson conseguiu seu 17º TD corrido de mais de 40 jardas. Só fica atrás de Barry Sanders que tem 20.

– As 146 jardas do rookie Todd Gurley foram o maior número que o Rams conseguiu desde as 159 de Steven Jackson, em 2011, contra o Saints.

– Continuando na saga dos RBs, Devonta Freeman é o primeiro a correr para 3 TDs em cada um de seus dois primeiros jogos como titular.

– Ted Ginn tem 15 TDs recebidos e 8 deles foram no Panthers com passes de Cam Newton. Detalhe é que apenas 20 dos seus 124 jogos na carreira foram em Carolina.

– O técnico Jason Garrett (Cowboys) nunca perdeu 3 jogos na sequência, mas vai enfrentar o Patriots e a tendência é que sua “série” seja quebrada.

– A defesa do Seahawks em casa lidera a NFL (desde 2012) em menos pontos sofridos por jogo, menos first downs cedidos, menos jardas por jogo e mais interceptações.

– Andy Dalton lançou seu 13º passe para TD de mais de 50 jardas. Só Rodgers (19) e Romo (14) tem mais desde 2011.

– O Eagles contratou Tim Tebow quando Tyrod Taylor estava à disposição e cairia como uma luva nesse ataque. Mas não ousarei falar mal de Tebow.

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