quinta-feira, 10 de março de 2016

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maclin corpoEnquanto a janela de transferências para a próxima temporada abriu oficialmente ontem, o Kansas City Chiefs sofreu punições por irregularidades cometidas na última free agency, especificamente na ação que trouxe o WR Jeremy Maclin do Eagles para o time do Missouri. Citando irregularidades na lei anti tampering (espécie de lei “anti-interferência”), o Chiefs perdeu duas escolhas de Draft (3ª rodada em 2016 e 6ª rodada em 2017), além de multas de U$ 25 mil dólares para o GM John Dorsey e U$ 75 mil para o HC Andy Reid.

Isto porque a lei de tampering legal da NFL permite que o representante de um jogador prestes a se tornar free agent, negocie qualquer aspecto de contrato com algum time dois dias (em 2015 foram três) antes do mercado abrir oficialmente, com certas restrições: somente o representante do jogador pode negociar um contrato com outro time que não seja o atual (ou seja, o contato direto entre jogador e outra equipe é proibido neste período), bem como qualquer contrato não poderá ser assinado antes da abertura oficial do mercado, e o jogador fica proibido de visitar qualquer outro time que não seja o seu.

Maclin assinou contrato de 5 anos e U$ 55 milhões logo no primeiro dia da free agency de 2015, porém as reportagens davam como certa a contratação três dias antes da abertura oficial do mercado, o que gerou certa desconfiança. Após recrutar Maclin no Draft quando era HC do Eagles, pode ser que Andy Reid desrespeitara a lei e tenha entrado em contato direto com o jogador antes do período permitido.

Mesmo após a declaração do advogado da NFL Troy Vincent, de que a punição seria maior caso o Chiefs não cooperasse totalmente com as investigações, o presidente Clark Hunt declarou que irá recorrer da punição, citando a “inconsistente comunicação das políticas de contato com potenciais agentes livres na NFL”, acreditando que Dorsey e Reid são inocentes no caso e não descumpriram nenhuma norma da Liga.

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