quarta-feira, 17 de julho de 2019

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O running back James Conner teve uma temporada dos sonhos em 2018: tornou-se titular do Pittsburgh Steelers graças ao holdout de Le’Veon Bell e fez tão bonito dentro de campo que foi selecionado para o Pro Bowl. Mas isso é só um pequeno fato em sua vida comparado com a batalha que ele vencera alguns anos antes.

Em 2015, Conner estava na Universidade de Pittsburgh. Era o atual vencedor do prêmio de melhor jogador de sua conferência quando começou a sofrer com vários sintomas terríveis. Segundo ele, o que mais incomodava era a repetição de suores noturnos que permitiam apenas quinze minutos de sono por noite. Quando foi ao médico, o atleta recebeu notícias muito complicadas: sofria de linfoma de hodgkin.

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O médico ainda disse que, se a doença não começasse a ser tratada imediatamente, Conner teria apenas mais uma semana de vida: “Eu fiz alguns exames, e eu tinha um tumor envolvendo meu coração… o médico disse que eu só tinha mais uma semana. Ele falou que na velocidade que estava crescendo, se não fosse tratado, era só mais uma semana… Eu penso sobre isso todos os dias”, declarou em participação em um podcast.

Após seis meses de batalha, Conner venceu o câncer. Conseguiu voltar à universidade e jogar bem o bastante para ser escolhido na terceira rodada do draft de 2017 pelo Steelers. No primeiro ano, foi reserva de Bell, mas aproveitou bem demais a oportunidade como titular em 2018 e correu para 973 jardas e 12 touchdowns.

Com o câncer superado e a titularidade garantida no Steelers, agora apenas o sucesso aguarda Conner em seu futuro.

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