segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

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Mock

Como tudo que é bom dura pouco, a temporada da NFL chegou ao fim na última semana. Entretanto, apesar de não termos nenhum jogo, estamos em um período do ano que é tudo menos quieto. Isso porque já estamos em ritmo de Draft e a pouco menos de um mês da abertura do período de Free Agency da NFL. Dito isso, começamos hoje a série de mocks semanais aqui na Liga dos 32.

Com o objetivo de entreter, os mocks drafts são simulações das escolhas das equipes  na noite do Draft. Abaixo segue o meu primeiro mock do ano, com minhas opiniões sobre o que cada time deveria fazer com sua escolha. Sinta-se livre para comentar sobre as escolhas aqui no site, pelo Twitter ou Facebook.

  1. logo brownsCleveland Browns – DE Myles Garrett (Texas A&M)

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Mais uma vez o Cleveland Browns chega no draft com indefinição na posição de quarterback e com necessidades por todo o elenco. Selecionar um signal-caller com essa escolha não é a melhor opção, principalmente com um prospecto como Myles Garrett disponível. O Defensive End é, indiscutivelmente, o melhor jogador do draft. Um pass rusher de elite e que vem melhorando cada vez mais defendendo o jogo corrido, Garrett tem potencial mais do que suficiente para ser uma grande estrela da NFL e um dos pilares do Browns nos próximos anos.

  1. logo 49ersSan Francisco 49ers – QB Mitch Trubisky (North Carolina)

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Na maioria dos casos, trocas de regimes resultam em trocas de quarterback. No 49ers, não creio que será diferente. Kyle Shanahan fez um trabalho fantástico no Falcons e, mesmo que nada ainda esteja definido em relação ao futuro de Colin Kaepernick, a escolha de um jovem quarterback para evoluir junto com o novo sistema parece ser um cenário promissor para o jovem Head Coach. O problema é: Qual quarterback escolher?

Como pode ter sido notada na escolha anterior, não acho que a classe de quarterbacks desse ano tenham prospectos de elite na posição (assim como no ano passado). Contudo, jogadores da posição sempre foram e serão supervalorizados devido à importância da posição no esporte. Dito isso, dos três principais prospects (Trubisky, Kizer e Watson), o ex-Tar Heels é o que mais encaixa na filosofia ofensiva do novo técnico. Apesar de ter apenas um ano como titular em North Carolina, Trubisky possui uma boa precisão, tamanho e habilidade de lançar passes de dentro do pocket ou em movimento. Jogando grande maioria dos snaps na formação shotgun, pode levar certo tempo para se adaptar aos esquemas profissionais, mas tem potencial para ser um bom titular na liga.

  1. logo bearsChicago Bears – DE Jonathan Allen (Alabama)

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Mesmo atuando em uma defesa recheada de talentos, Jonathan Allen é fácil de ser notado durante as partidas de Crimson Tide. Devido à sua versatilidade e talento, o melhor jogador defensivo da última temporada do College Football é um encaixe natural na defesa de Vic Fangio. Além de ser muito forte, Allen é um dos jogadores mais bem desenvolvidos tecnicamente da classe graças a sua rara coordenação de movimentos de mãos, pés e quadril. Uma linha defensiva formada pelo ex-Crimson Tide, Akiem Hicks e Eddie Goldman daria outra cara a defesa de Chicago.

  1. logo jaguarsJacksonville Jaguars – S Malik Hooker (Ohio State)

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O Jaguars foi uma das maiores decepções da última temporada e sua secundária foi um dos motivos para o fracasso do time. Tirando o talentosíssimo Jalen Ramsey, o desempenho do resto do grupo foi de mediano para baixo, principalmente da dupla de safeties. Após ganhar um contrato lucrativo na última offseason, Tashaun Gipson não correspondeu as expectativas em seu primeiro ano com o novo time e o seu companheiro de posição, Johnathan Cyprien, apesar de ter sido um pouco melhor, é Free Agent. Dito isso, tanto a escolha de Hooker como de Adams fazem sentido aqui, mas eu optaria pelo defensive back de Ohio State, o qual ficará de “molho” nos próximos quatro meses por lesão, por acreditar que o mesmo tem um maior potencial que o companheiro de posição. Apesar da inexperiência (apenas um ano como titular pelo Buckeyes), jogar football já é natural para o defensor. As comparações com o lendário Ed Reed não são a toa. Hooker tem os instintos naturais para a posição, os quais, alinhados a sua velocidade, explosão e capacidade de reação, o permite sempre estar ao redor da bola.

  1. logo titansTennessee Titans (via Los Angeles Rams) – S Jamal Adams (LSU)

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Dois safeties no Top 5? Isso mesmo. Não só o Hooker como também o Adams são prospectos de elite e a posição é uma grande necessidade do Titans. Assim como o companheiro de posição, Jamal Adams é um playmaker nato com um gigantesco alcance para fazer jogadas tanto no jogo aéreo como defendendo contra o jogo corrido. Diferente de Hooker, Adams possui mais experiência no College Football e parece nome certo para adicionar seu nome a lista de grandes defensive backs vindos de LSU.

  1. logo jetsNew York Jets – QB DeShone Kizer (Notre Dame)

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Ryan Fitztragic Fitzpatrick, Geno Smith e Bryce Petty não são a solução para o problema de longa data do Jets na posição de quarterback. Escolha de segunda rodada do ano passado, Christian Hackenberg foi literalmente “encostado” durante toda a temporada mesmo com a grande indefinição na posição, o que levanta sérios questionamentos sobre o comprometimento do Jets como o jovem quarterback para o futuro. Dito isso, a escolha de um quarterback aqui está entre as opções do Jets.

DeShone Kizer não é o melhor prospecto da posição, mas é o que tem o maior potencial na classe. Com dois anos de experiência, o jovem quarterback ainda é bastante “cru”, mas tem características que enchem os olhos dos times da NFL. Kizer tem o tamanho e o braço ideal para a posição, além de mobilidade. Durante toda a temporada demonstrou a capacidade de lançar passes fantásticos quando bem protegido e a tendência em tomar decisões ruins sob pressão. Também não tem medo de forçar bolas em pequenas janelas, o que pode ser uma faca de dois gumes. Assim como a maioria dos quarterbacks jovens, Kizer tem tendência em focar no seu recebedor primário durante as jogadas, mas mostrou que consegue ler através das progressões em algumas oportunidades.

  1. SD Los Angeles Chargers – DE Solomon Thomas (Stanford)

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A nova franquia de LA é um dos times que podem surpreender na próxima temporada em minha opinião. Caso boa parte do elenco se mantenha saudável, o que não tem acontecido nos últimos anos, a equipe tem um potencial interessante. Sob novo comando e na transição para uma defesa 4-3, outro pass rusher para o front seven pode ser uma boa opção aqui, principalmente levando em consideração que Melvin Ingram é free agent. Thomas é um dos prospectos mais subestimados da classe e pode muito bem sair no Top 5 do primeiro dia de escolhas. Filho de esportistas, é muito atlético e possui um porte físico excelente para a posição. Apesar de ter jogado na formação 3-4 em Stanford, tem as características suficientes fazer a transição tranquilamente para um novo esquema.

  1. logo panthersCarolina Panthers – RB Leonard Fournette (LSU)

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Apesar de não ter passado das mil jardas desde 2009, Jonathan Stewart tem sido um sólido RB enquanto esteve em campo. Mas esse é justamente o problema. O jogador não participa dos 16 jogos da temporada regular desde 2011. Aos 29 anos, o running back já está chegando em uma idade avançada para a posição e uma transição eventualmente será necessária.

Fournette chegaria justamente para ser o playmaker que o ataque do Panthers precisa para tirar um pouco da pressão dos ombros de Cam Newton. Frequentemente comparado fisicamente ao Adrian Peterson, justificou a badalação toda vez que entrava em campo. Com um estilo de corrida muito físico, é difícil apontar defeitos no seu jogo. Seu porte físico é excelente para a posição e o jogador sabe bem usufruir disso. Alguns levantam questionamentos sobre sua durabilidade, mas o jogador esteve em todos os jogos de LSU durante os seus dois primeiros anos, além de optar por não jogar o Citrus Bowl da última temporada para se recuperar totalmente de uma lesão do tornozelo que o custou alguns jogos em 2016.

  1. logo bengalsCincinnati Bengals – LB Reuben Foster (Alabama)

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Foster é exatamente o tipo de jogador que o Bengals precisou nos últimos anos. Um agressivo e rápido linebacker, capaz de exercer várias funções no meio da defesa. Um dos grandes jogadores da última temporada, o defensor traria vigor ao envelhecido grupo de LBs da equipe. Bastante ativo durante os jogos, Foster consegue fazer sua presença ser sentida no jogo corrido, protegendo contra o passe e até mesmo em blitzes.

  1. logo billsBuffalo Bills – CB Marlon Humphrey (Alabama)

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Diferente da temporada de 2015/16, foi notável a queda de produção da secundária do Bills no último ano. Para piorar a situação, Stephon Gilmore é Free Agent e não passou a confiança necessária que merece um longo e lucrativo contrato que ele exige. Sendo assim, o Bills pode muito bem se aproveitar de uma forte classe de cornerbacks para achar uma opção mais barata e jovem para a secundária.

Marlon Humphrey é, discutivelmente, o melhor da posição.  Titular em seus dois anos em Alabama, possui uma excelente combinação de altura, porte físico e velocidade para a posição. Por ainda ser um jogador “cru”, Humphrey é inconsistente com sua técnica e acaba cometendo erros em algumas oportunidades por causa de sua extrema agressividade. É versátil para ser utilizado em vários tipos de cobertura, além de não fugir do contato na hora do tackle.

  1. logo saintsNew Orleans Saints – DE Derek Barnett (Tennessee)

Com exceção do ótimo Cameron Jordan, o Saints não conseguiu muita produtividade de seus edge rushers na última temporada. Derek Barnett chegaria para tirar um pouco da atenção de cima do companheiro de posição. Foi um dos jogadores mais produtivos do College Football nas últimas temporadas, sendo eficiente no jogo corrido e pressionando os quarterbacks. Barnett tem o melhor uso de mãos de toda a classe, o que o torna capaz de punir os OLs com seus pesados punhos e se desvencilhar dos bloqueios.

  1. logo brownsCleveland Browns (via Philadelphia Eagles) – QB Deshaun Watson (Clemson)

Finalmente o Browns pega o seu quarterback. Um líder dentro e fora de campo, os pontos positivos de Watson superam os negativos. Apesar de ser inconsistente com sua precisão e visão de campo, o jogador tem o tamanho, braço e atleticismo para a posição. A sua presença de pocket também não é a ideal, mas o jogador demonstrou habilidade de estender as jogadas com as pernas quando necessário. Se fizer a transição da spread offense utilizada em Clemson para o ataque de Hue Jackson, Watson pode se tornar um quarterback interessantíssimo.

  1. logo cardinalsArizona Cardinals – CB Marshon Lattimore (Ohio State)

Com vários Free Agents no front seven e dois jogadores envelhecidos na posição de QB e WR, o Cardinals pode seguir em várias direções. Contudo, Marshon Lattimore é o melhor jogador disponível para essa escolha (com exceção de Dalvin Cook) e Arizona não possui um outside CB bom o suficiente para jogar ao lado do ótimo Patrick Peterson.

Assim como o companheiro de equipe Malik Hooker, Lattimore não possui muita experiência no futebol americano universitário, mas já demonstrou seu potencial ao assumir a titularidade na última temporada. Com boa estatura e explosão, Lattimore é muito agressivo e sempre busca o contato com os recebedores para tirá-los de suas rotas. Dominou os WRs adversários durante toda a temporada e tem a habilidade suficiente para ser um bom CB na NFL.

  1. logo coltsIndianapolis Colts – LB Zach Cunningham (Vanderbilt)

Reforçar a defesa é uma das maiores prioridades do Colts nessa offseason. O setor defensivo de Indianapolis foi, de longe, um dos piores da NFL na última temporada e a equipe só não teve uma escolha mais alta de draft por causa da grande temporada do Andrew Luck. Todos os três níveis da defesa precisam de reforços, mas o grupo de linebackers é o que possui menos talento.

All-American na última temporada, Cunningham foi um dos pouquíssimos pontos brilhantes de Vandy. O atlético linebacker estava literalmente em todo o campo durante os jogos. Além de ser bastante efetivo contra o jogo corrido (16.5 tackles para perda de jardas), Cunningham também consegue ter sucesso cobrindo individualmente TEs e RBs. Sua agressividade pode custar caro em algumas oportunidades, fazendo com que o jogador perca alguns tackles. Mesmo assim, o jogador foi muito produtivo nesse quesito (125 tackles totais), passando dos 10 tackles em 7 dos 13 jogos do time, inclusive acumulando 19 contra Georgia.

  1. logo eaglesPhiladelphia Eagles (via Minnesota Vikings) – RB Dalvin Cook (Florida State)

A última offseason foi bastante movimentada para a equipe da Philadelphia, que apostou suas fichas em Carson Wentz para ser o franchise quarterback da franquia. Após um primeiro ano de altos e baixos, ficou claro que o jovem jogador tem potencial, mas vai precisar de bastante reforços no ataque para continuar evoluindo. Dalvin Cook é o playmaker que atualmente o Eagles não possui. Além de ser um fantástico corredor, o ex-Seminoles também é um excelente recebedor saindo do backfield. Por sinal, essa última característica seria muito apreciada pelo HC Doug Pederson devido ao grande uso de passes curtos por parte do Eagles.

  1. logo ravensBaltimore Ravens – OT Cam Robinson (Alabama)

Ronnie Stanley teve uma boa temporada para um OT calouro e parece ser o futuro do Ravens na posição de Left Tackle. Contudo, o outro OT (Ricky Wagner) é Free Agent e Baltimore pode acabar tendo que utilizar outra escolha para reforçar a proteção de Joe Flacco.

Após passar três anos como titular em Alabama, Cam Robinson chega para o draft como um dos melhores OTs em uma fraca classe de jogadores para a posição. É bastante atlético e forte para um offensive tackle. Robinson ainda tem problemas em posicionar o seu centro de gravidade e em sustentar bloqueios. Apesar da boa agilidade dos pés, passou dificuldades contra defensores mais rápidos.

  1. logo redskinsWashington Redskins – DT/DE Malik McDowell (Michigan State)

Certamente, a prioridade para o Redskins nessa offseason será renovar o contrato de Kirk Cousins. Entretanto, as necessidades defensivas do time, principalmente no front seven, não devem ser ignoradas pela franquia. Com quatro jogadores de linha defensiva (sendo dois titulares) em fim de contrato, a escolha de um jovem e talentoso defensor parece ser uma opção óbvia aqui.

Malik McDowell é um dos jogadores mais “crus” da classe, mas ao mesmo tempo é um dos que possuem maior potencial. Possui uma ótima estatura e porte físico, ao mesmo tempo em que é muito pouco desenvolvido tecnicamente. Mesmo assim, é fácil de notar as características que tornam McDowell especial. Elite atleticismo e força, além de uma agilidade lateral fora do comum para alguém com seu tamanho. Caso desenvolva todo seu potencial, pode se tornar um jogador especial no futuro.

  1. logo titansTennessee Titans – WR Mike Williams (Clemson)

Williams deu um show contra Alabama na última final, mas quem já acompanhava o recebedor antes, sabia que ele era especial. Combinando altura, velocidade e porte físico, tem as características de um clássico WR1. A presença de Williams daria outra dimensão ao ataque do Titans, o qual não possui jogadores com características semelhantes ao ex-Tigers no elenco.

  1. logo buccaneersTampa Bay Buccaneers – S/LB Jabrill Peppers (Michigan)

Com o melhor WR da classe fora do board, o Bucs volta os olhos para sua defesa. A dupla de Safeties da última temporada não inspira muita confiança e, ainda por cima, ambos são Free Agents. A escolha de Jabrill Peppers traria algo a mais não só para a secundária como para o atlético grupo de LBs do time. Peppers é um verdadeiro “canivete suíço”, podendo jogar como Safety, linebacker e até mesmo nickel CB em algumas oportunidades. Isso é visto por alguns como um defeito pelo jogador não ter uma posição definida, mas Peppers pode se tornar uma formidável ferramenta nas mãos corretas.

  1. logo broncosDenver Broncos – OT Ryan Ramczyk (Wisconsin)

Apesar das saídas durante a offseason, a defesa do Broncos ainda foi uma das melhores da NFL na última temporada. Mesmo assim, a equipe não conseguiu se classificar para os playoffs. Em seu primeiro ano como titular, Trevor Siemian recebeu uma boa parcela da culpa, mas a proteção ao quarterback foi absoltumente terrível durante toda a temporada.

Ryan Ramczyk briga com Cam Robinson pelo posto de melhor OT da classe. Apesar de não ter o porte físico do companheiro de posição, é muito mais desenvolvido tecnicamente. Vindo da D-III do College Football, Ramczyk passou com louvores no teste contra alguns dos melhores pass rushers do College Football na última temporada. Ainda por cima, tem as características para jogar em vários esquemas de bloqueio.

  1. logo lionsDetroit Lions – CB Teez Tabor (Florida)

Um dos jogadores mais subestimados da NFL, Darius Slay foi facilmente um Top 10 CB da última temporada. Entretanto, o mesmo não pode ser dito dos seus companheiros de equipe. Se aproveitando de uma forte classe de cornerbacks, o Lions pode escolher outro físico e competitivo jogador para formar dupla com sua estrela.

Ágil e explosivo, Tabor é um playmaker desde que pisou em campo pela primeira vez pelo o Gators. Com bom tamanho e instintos, não foge do contato com os recebedores e consegue localizar a bola vindo em sua direção, característica bem evidenciada pelas suas 9 INTs e 28 PD na carreira universitária.

  1. logo dolphinsMiami Dolphins – TE O.J. Howard (Alabama)

Com Jordan Cameron e Dion Sims em fim de contrato, é bem provável que o Dolphins opte por não renovar com nenhum dos dois e procure outras opções mais talentosas na própria Free Agency ou no draft. Dito isso, Howard seria uma escolha óbvia para o time de Miami aqui.

O Tight End de Alabama é o típico jogador de College que será um melhor profissional do que jogador universitário. Mesmo sem ser muito acionado por atuar em um setor lotado de talentos, Howard sempre deu lampejos de que pode se tornar um jogador de alto nível na posição. Mesmo um pouco mais magro do que o ideal, o jogador é um bom bloqueador e foi crucial para o sucesso do jogo corrido de Alabama nos últimos anos.

  1. logo giantsNew York Giants – DE Taco Charlton (Michigan)

Após ter uma das melhores defesas da NFL na última temporada, o Giants tem duas peças importantes na linha defensiva em fim de contrato: Jason Pierre-Paul e Johnathan Hankins. Com dois ricos contratos já direcionados para o setor (Olivier Vernon e Damon Harrison), muito dificilmente o time trará os dois jogadores de volta e, do jeito que a equipe sempre valorizou jogadores de linha, certamente os jogadores da posição receberão bastante atenção nesse período pré-draft.

Taco Charlton é o típico jogador de linha que o Giants gosta de escolher. Por sinal, o jogador lembra bastante o próprio Pierre-Paul saindo do College. Alto, forte e atlético mas ainda deficiente tecnicamente. Desde que chegou em Michigan, é evidente a evolução do jogador. Além de contribuir bastante no jogo corrido, foi responsável por 9.5 sacks na última temporada.

  1. logo raidersOakland Raiders – OLB Haason Reddick (Temple)

A promissora temporada do Raiders chegou ao fim de forma trágica após a lesão do Derek Carr. Com a volta do seu jovem quarterback e praticamente a mesma base do time sendo mantida para a próxima temporada, o time pode reforçar ainda mais sua defesa com um talentoso e intrigante prospecto.

Recrutado como defensive back, Reddick passou pelos três níveis da defesa até brilhar como edge rusher pelo Owls. Com um porte físico menor do que o ideal para jogar na posição na NFL, terá que mudar de posição entre os profissionais, mas isso não deve ser um problema. Reddick é muito atlético e explosivo, além de naturalmente conseguir jogar em espaço graças a sua experiência como jogador de secundária. Com Malcolm Smith em fim de contrato, o ex-Temple seria uma substituto mais talentoso, jovem e barato para a posição de WLB.

  1. logo texansHouston Texans – OT Garrett Bolles (Utah)

Após realizar uma das piores contratações dos últimos anos na Free Agency, certamente o Texans vai considerar escolher um quarterback aqui. Entretanto, além do time estar ligado a Brock Osweiller por pelo menos mais um ano, não creio que seria a melhor opção no momento utilizar essa escolha em um jovem signal-caller. Dessa forma, é hora de reforçar a linha ofensiva do atual campeão da AFC South.

Após sofrer duas seríssimas lesões na última temporada, o futuro de Derek Newton com o Texans é uma incógnita. A escolha de Garrett Bolles ofereceria ao time uma opção mais jovem e saudável para a posição de Right Tackle. Ainda pouco desenvolvido fisicamente devido a sua pouco experiência, o ex-Utes tem um grande potencial atlético e o melhor trabalho de pés de toda a classe.

  1. logo seahawksSeattle Seahawks – CB Quincy Wilson (Florida)

A fragilidade na profundidade da secundária do Seahawks foi exposta na reta final da última temporada com as lesões de Earl Thomas e DeShawn Shead. Com este último sendo um Free Agent restrito e possivelmente não estando recuperado a tempo para as atividades do time, o Seahawks pode utilizar essa escolha em um forte CB para jogar no lado oposto de Richard Sherman.

Apesar de ser menos badalado que seu companheiro de time no Gators, Wilson é tão competitivo quanto. Possui o tamanho ideal para posição, além de ser bastante físico com os WRs, ambas as características bastante apreciadas pela franquia de Seattle. Sem medo de fazer contato durante o tackles, sua utilização como Safety não pode ser descartada.

  1. logo chiefsKansas City Chiefs – DE/OLB Charles Harris (Missouri)

Com a idade avançada de Tamba Hali e o histórico de lesões (além do gigantesco cap hit) do Justin Houston, Charles Harris ofereceria ao Chiefs uma opção rejuvenescida e saudável para a posição. Podendo jogar em formações 3-4 e 4-3, o ex-Tigers tem bom atleticismo e agilidade. Defender contra o jogo corrido não é o seu forte, mas como pass rusher possui potencial, principalmente se trabalhar melhor seu uso das mãos e conseguir mais massa muscular.

  1. logo cowboysDallas Cowboys – WR Corey Davis (Western Michigan)

Melhorar o pass rush é a maior prioridade do Cowboys nessa offseason, mas o melhor jogador disponível nessa escolha joga em uma posição que também é necessidade para Dallas. Com Terrence Williams em fim de contrato e o recente histórico de lesões do Dez Bryant, a escolha de um recebedor aqui não pode ser descartada.

Corey Davis é a definição de consistência. Excelente correndo rotas, com bom porte físico e agilidade, dominou o seu nível de competição em seus quatro anos atuando pelo Broncos. Seu longos braços e agressividade também o tornam uma excelente arma na end zone.

  1. logo packersGreen Bay Packers – CB Sidney Jones (Washington)

O péssimo desempenho da secundária do Packers foi evidente em quase todos os jogos de Green Bay na última temporada. Ladarius Gunther foi queimado com frequência, enquanto Damarious Randall regrediu bastante após um bom ano de calouro. Para piorar a situação, Sam Shields teve sérios problemas com concussões e pode não estar no time em 2017.

Sidney Jones foi um dos pilares para a ótima temporada do Huskies. Com características parecidas ao seu ex-companheiro (Marcus Peters), é físico, veloz e inteligente. Sua rápida velocidade de reação o permitiu praticamente “colar” nos recebedores adversários em várias oportunidades durante o último ano. Contudo, é um pouco franzino para a posição e precisará ganhar massa muscular para enfrentar os recebedores da NFL.

  1. logo steelersPittsburgh Steelers – DE/OLB Takkarisk McKinley (UCLA)

O vigor físico do veteraníssimo James Harrison é inspirador, mas, aos 39 anos, o jogador não vai continuar jogando para sempre e certamente o Steelers deve considerar um substituto jovem para jogar no lado oposto de Bud Dupree nos próximos anos.

Todo ano, UCLA lança atletas extremamente atléticos para a NFL e McKinley é o próximo nome dessa lista. Mesmo ainda não sendo muito bem desenvolvido tecnicamente, foi bastante produtivo como pass rusher e defendendo contra o jogo corrido graças as suas incríveis capacidades físicas e insano nível de esforço durante as jogadas.

  1. logo falconsAtlanta Falcons – OG/OT Forrest Lamp (Western Kentucky)

Apesar do final trágico, o saldo da temporada foi bastante positivo para o Atlanta Falcons. A saída de Kyle Shanahan do comando ofensivo do time certamente terá um preço considerável, mas a base do ataque mudará pouco para a próxima temporada e o time pode utilizar essa escolha para reforçar o único ponto fraco de sua linha ofensiva no último ano.

Lamp é uma opção mais jovem e talentosa do que o veterano Chris Chester, que está em fim de contrato. Similar ao que aconteceu com o All-Pro OG Zack Martin, o jogador deve jogar no interior da linha entre os profissionais e tem as características para ter sucesso na posição. Raramente perdeu duelos de força contra os defensores do College e seu atleticismo também o permitirá ter sucesso contra os físicos DLs da NFL.

  1. Resultado de imagem para new england patriots logo pngNew England Patriots – TE David Njoku (Miami)

É inegável a importância de um Tight End para o New England Patriots. Se não pôde contar com Rob Gronkowski na reta final da temporada, o campeão do Super Bowl contou com grande contribuição do ótimo Martellus Bennett. Agora em 2017, Bennett está em fim de contrato e, apesar de ser o melhor em sua posição, Rob Gronkowski constantemente se lesiona, o que pode colocar seu futuro com o time em dúvida. Dessa forma, o Patriots pode se aproveitar de uma forte classe de Tight Ends para escolher uma opção mais barata que Bennett e que fique mais em campo do que o Gronk.

Njoku é o próximo nome da longa lista de atléticos TEs vindo de Miami. Com fantásticas medidas para a posição e o melhor atleticismo de sua classe, o jogador tem potencial para ser o próximo grande terror nas end zones da NFL. Apesar de não ser um grande bloqueador para o jogo corrido, nunca fugiu do contato com os defensores e pode se beneficiar de um aumento de massa muscular para ter maior sucesso nesse quesito.


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