quinta-feira, 1 de outubro de 2015

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32 por 32 - L32

Desenvolvi um novo estilo para a minha coluna 32 por 32. Para quem não leu na última quinta, inicio fazendo “observações gerais” sobre a semana que passou, em seguida falo um pouco da parte tática em “olho tático”, “vem por aí” é uma prévia do que esperar na próxima rodada, enquanto “perguntas que ficam” é uma área para responder as principais dúvidas geradas após os jogos e “no huddle” é um título gourmet para as famosas rapidinhas. Uso vídeos e imagens na coluna agora, algo bem completo. Espero que gostem e leiam toda quinta! Qualquer sugestão, a caixa de comentários está disponível sempre.

observações gerais

O Cardinals vai te pegar!

Que início de temporada mais uma vez fantástico do Arizona Cardinals. Com uma defesa bem ajustada que forçou 7 turnovers e um ataque balanceado que conseguiu correr para mais de 100 jardas em todos os jogos, é um time que mostra muita força e não vai vender fácil o topo da divisão para o Seahawks. Carson Palmer conta com 9 TDs e 2 INTs, Chris Johnson já passa das 200 jardas com média de 4.2 por corrida e a defesa mostrou que não sente tanta falta dos jogadores que saíram nem do ex-coordenador defensivo do time e atual técnico do Jets, Todd Bowles. O desempenho da linha defensiva liderada por Calais Campbell e da secundária – onde Tyrann Mathieu vem muito bem cobrindo o recebedor no slot – agradam nessas 3 semanas.

Ah, mas o Cardinals jogou contra Saints, Bears e 49ers que são adversários fracos. Realmente não foram jogos contra candidatos a Super Bowl, mas um bom time deixa o jogo parecer tranquilo e uma equipe de qualidade duvidável transforma qualquer oponente em um bicho de sete cabeças. Afirmo que em Carson Palmer se mantendo saudável, vão dar muito trabalho nos playoffs. Vale ressaltar também a temporada muito boa de Fitzgerald até aqui, ele que é um cara querido por todas as torcidas e que sofreu muitos anos nas mãos de QBs de péssimo nível, agora tem uma boa oportunidade de brigar no topo.

Que é que é isso, Ravens?

Pela primeira vez na história, a franquia de Baltimore começa 0-3 na temporada. Não acredito em uma queda brusca da defesa devido a perda do Terrell Suggs para uma lesão, até porque no vídeo continuo vendo uma defesa rápida e que consegue fazer jogadas. O grande problema tem sido o jogo corrido que só passou das 100 jardas uma vez na temporada e vem de uma partida contra o Bengals em que tentaram 18 corridas para 36 jardas conquistadas. Desempenho assustador no pior sentido possível. A secundária também preocupa muito (na seção Vem por Aí mais abaixo, mostro o desempenho de 4 WRs contra o time).

Sendo bem direto, o Ravens tem Steve Smith com um bom desempenho dentre os recebedores, o TE Crockett Gilmore jogando razoavelmente bem e só. Quando o ataque está limitado assim pelo ar, o jogo corrido precisa aparecer urgentemente e não foi o que aconteceu. Some-se a isso o fato de que foram 3 jogos complicados. Broncos fora de casa, Raiders fora (Sim, o Raiders melhorou e outros times da divisão vão perder lá) e Bengals em casa – Cincinnati que vem muito bem e sem derrotas na atual temporada. Então, perder do Broncos lá em Denver ok, perder do Raiders em Oakland dá até para aceitar devido à reviravolta que houve no duelo, no entanto, o grande peso dentre os resultados do time é ser derrotado pelo Bengals em casa, rival direto na divisão. Justin Forsett vai precisar aparecer e o jogo contra o Steelers sem Big Ben é vital nas pretensões do time, diria que já é final de campeonato para Baltimore.

Falcons subindo nos Power Rankings alheios

O Atlanta Falcons era um time que muita gente apostava, especialmente por acreditar que a defesa iria atingir um novo patamar sob o comando do técnico Dan Quinn, ex-coordenador defensivo do Seattle Seahawks. Isso ainda não aconteceu em nenhuma área da defesa: secundária, pass rush, combate ao jogo corrido seguem sem muito destaque. Que fique claro que estamos ainda em setembro e não tem como Quinn mudar tudo em um passe de mágica, mas pode-se esperar uma evolução no decorrer da temporada e especialmente para os anos que virão, quando ele terá como escolher mais jogadores que lhe agradam no Draft e Free Agency.

Certo. Se a defesa não deu nenhum salto mágico e se transformou em uma das melhores da liga, como o Falcons está jogando bem? Sinceramente, não acho que estejam jogando bem como um todo. Diferente do Cardinals que dá para ver a força do time nos dois lados da bola mesmo diante de adversários não tão fortes, Atlanta enfrentou o Eagles, Giants e Cowboys – o último sem Tony Romo e Dez Bryant – e todos os jogos foram muito apertados (incluindo uma virada espetacular contra o time de Nova Iorque), sendo o grande diferencial da equipe Julio Jones com 440 jardas e 4 TDs e seus RBs que somam 296 jardas e 5 TDs. Ou seja, atuações acima da média de um jogador extraordinário e um bom desempenho da dupla Devonta Freeman e Tevin Coleman. Roddy White, todavia, vem muito mal. O ataque está carregando um time que ainda não enfrentou um adversário com um sistema ofensivo explosivo e isso não vai acontecer tão cedo (só o Colts na semana 11 caso até lá se torne realmente forte no ataque), pois a tabela é bem tranquila para o Falcons. Assim, mantendo o desempenho ofensivo nesse nível, é candidato forte aos playoffs e até lá precisam evoluir mais a defesa para chegar com mais chances.

Derek Carr “Franchise QB”?

Se você ainda não assistiu Carr jogar, procure fazê-lo. O garoto está em seu segundo ano na NFL e mostrando muito amadurecimento. Para se ter uma ideia, são 2 jogos de mais de 300 jardas lançadas em 3 disputados, enquanto que em 2014, o QB lançou para mais de 300 jardas em um jogo apenas em toda a temporada. As chegadas dos WRs Amari Cooper e Michael Crabtree fizeram muito bem ao ataque do Raiders e Derek Carr somou 665 jardas, 5 TDs e uma INT nos últimos dois duelos.

Não posso deixar de destacar a campanha final de Oakland contra o Ravens para dar a vitória ao time, onde Carr jogou como “gente grande” e o trio QB Derek Carr, RB Latavius Murray e WR Amari Cooper tem um futuro que promete muito pela frente.

Chamá-lo de Franchise QB talvez seja muito cedo ainda, mas essa temporada deverá assegurá-lo como tal.

Uma montanha russa na Philadelphia

Que Eagles é esse que não consegue fazer nada contra o Cowboys e em seguida domina uma das melhores defesas da NFL fora de casa? A matemática do ataque do Philadelphia é bem simples: se os RBs conseguirem correr o ataque anda, se os RBs não conseguirem correr o ataque não anda. Sam Bradford não vai levar o Eagles nas costas e isso está muito claro, mas com a ajuda do jogo corrido ele é suficiente para alternar com boas jogadas de passe e pontuar. Foram apenas 14 passes certos e 118 jardas, mas um deles para TD e nenhuma interceptação, assim, com Ryan Mathews passando das 100 jardas terrestres, o ataque de Chip Kelly conseguiu o que precisava para vencer.

Os 3 próximos jogos do Eagles (Redskins, Saints e Giants) vão dizer muito sobre pelo que esse time briga na temporada e não perder Kiko Alonso já ajudará muito a longo prazo.

O Colts conseguiu

Um dos favoritos ao Super Bowl antes da temporada começar finalmente venceu. E não foi nada bonito. O Colts abriu 14 x 00 graças a um retorno de interceptação para TD e depois apagou. Em um determinado ponto do último quarto, o time tinha 99% de chances de perder, mas Andrew Luck acordou pela primeira vez e conseguiu a improvável virada.

Foram 22 tentativas para 66 jardas por terra no lado do Titans, sinal que o Colts continua com um bom desempenho do seu front seven nesse quesito, com destaque para os rookies Henry Anderson e David Parry (conseguiu um sack inclusive). Frank Gore e TY Hilton foram os grandes nomes do ataque em termos de jardas, enquanto Phillip Dorsett fica com o TD mais importante da partida que deu novo ânimo ao time. Torcedor do Colts não se iluda, esse time tem muito o que melhorar, especialmente no ataque, para que seja levado novamente a sério como um candidato a algo importante. Outro detalhe é que Donte Moncrief está jogando muito melhor que Andre Johnson, isso porque Johnson vem sendo muito usado em rotas curtas quando o Colts muitas vezes está precisando de ganhos longos ou por estar muito atrás ou por se afundar em penalidades. Pep Hamilton precisa aproveitá-lo melhor, o que já fez com o TE Coby Fleeener nessa semana.

O Seahawks também conseguiu, mas olha…

O primeiro tempo foi sofrido de ver, terminou 06 x 00 e quem esperava um passeio se assustou. O Bears está se desmontando, trocando jogadores e já pensando em 2016, então fazia sentido que o Seahawks se recuperasse com louvor das duas derrotas nas primeiras semanas. Russell Wilson mesmo diante de uma defesa limitada lançou para apenas um TD e 235 jardas e o jogo terminou 26 x 00. Para efeito de comparação, o Cardinals marcou 48 pontos em Chicago uma semana antes.

O Seahawks não é um time que vai marcar 50 pontos todo jogo, mas era o Bears com Jimmy Clausen como QB lançando para desprezíveis 63 jardas! De qualquer forma, vitória é vitória, a defesa apareceu novamente mostrando força, Kam Chancellor voltou e, melhor ainda, Jimmy Graham surgiu bem com 83 jardas e 1 TD (analisamos a situação do Graham no Olho Tático mais abaixo).

E agora, quem poderá me defender?

Essa é a pergunta que o Pittsburgh Steelers faz. Certamente sair de Ben Roethlisberger para Michael Vick é uma queda de nível técnico bem considerável e se o Steelers vinha forte na disputa com o Bengals pelo topo da divisão, Cincinnati ganha uma vantagem importante.

A equipe trabalha com 6 semanas como o prazo de recuperação de Big Ben e não é improvável que o segurem até a bye week, de forma que ele perderia 7 jogos:

– Ravens

– Chargers

– Cardinals

– Chiefs

– Bengals

– Raiders

– Browns

Três vitórias seria um cenário positivo para o Steelers levando em consideração a importância do QB em um time e que o ataque é a força de Pittsburgh, não mais a defesa como muitas vezes já foi. Após a volta de Ben Roethlisberger, são esses os duelos:

– Seahawks

– Colts

– Bengals

– Broncos

– Ravens

– Browns

Caso saiam três vitórias com Vick no comando, quatro resultados favoráveis nessa segunda parte da tabela – que é bem encardida, aliás – deve garantir uma vaga no Wild Card. Porém, se o time vencer menos de três sem Big Ben, vai ter que se superar para buscar mais de 4 vitórias contra esses 6 times acima. Tudo isso levando em conta que o Bengals segue forte em primeiro. Façam as contas, torcedor do Steelers.

 olho tático

No Olho Tático, trazemos uma análise tática em vídeo e imagens.

Jimmy Graham: Por que sumistes?

Primeiramente, ele não sumiu. Uma mentira repetida muitas vezes acaba virando verdade e creio que isso aconteceu nesse caso. O que houve:

1- O Seahawks não é um ataque que vai somar 300 jardas aéreas todo jogo.

2- Russell Wilson não é Drew Brees.

Sendo assim, no primeiro jogo Jimmy Graham recebeu 6 passes para 51 jardas e 1 TD. Na semana 3 foram 7 passes recebidos para 83 jardas e 1 TD. Um bom jogo e outro muito bom, ambos com TDs anotados, fazendo o que se esperava dele. Mas eu citei duas partidas apenas. Veja o Gif abaixo:

 

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No jogo diante do Packers, o jogador recebeu apenas um passe para 11 jardas. Através do vídeo acima, separei uma jogada – aconteceram outras – para mostrar que ele participou pouco do jogo por uma escolha do próprio time que buscou usá-lo para atrair a atenção do Safety e abrir espaço para outros recebedores. Discordo dessa estratégia e veja acima que ele está livre para conquistar o first down e simplesmente não recebe a bola. Não foi porque não conseguiu separação, ou porque ficou para bloquear, apenas não foi alvo quando houve oportunidades para que fosse.

E sobre essa questão de ficar para bloquear, Graham bloqueia em 30% dos snaps (por volta disso) da mesma forma que trabalhava no Saints. A reclamação dele foi após esse jogo do Packers em que simplesmente Russell Wilson o ignorou na partida. No último jogo, diante do Bears, tudo voltou ao normal. Jimmy Graham deve contribuir em uma média de 6 recepções, 65 jardas por jogo e muitas vezes anotando TD. Esses números devemos esperar dele e basta ao Seahawks usá-lo como fez em 2 de 3 partidas.

Kaepernick e o Cardinals

cardinals 1

Essa é uma jogada que mostra ao mesmo tempo a previsibilidade do 49ers e a criatividade do Cardinals, times com aspirações para essa temporada tão distintas quanto o resultado desse passe. San Francisco alinha 4 recebedores e fica diante de uma formação que conta com 2 jogadores de linha defensiva (os dois do lado esquerdo), 4 cornerbacks, 2 LB (um na ponta direita da linha) e 3 safeties (Isso mesmo. Tem um deles em amarelo, um ao fundo do campo no lado direito e outro na linha defensiva ao lado do LB). Veja que o jogador em amarelo é um Safety e não está ali para cobrir o Vernon Davis, apenas disfarça a blitz engenhosamente. Quem vai marcar Davis é o CB Justin Bethel ali ao fundo (verde).

cardinals 2

Kaepernick percebeu que veio a Blitz e lembra que Vernon Davis saiu sem marcação e tem uma vantagem na separação do CB designado para impedir o passe naquela direção. No entanto, o pass rush o acelera e a rota “out” do Tight End deixa o lançamento telegrafado, pois logo após o corte dele para fora em direção as sidelines, Bethel já antecipa contando com a cobertura do S Rashad Johnson (vermelho) caso algo desse errado.

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Jogada bem desenhada. Em um alinhamento do Safety (em amarelo na primeira e segunda figura), o Cardinals escondeu a blitz e quem ia cobrir Vernon Davis. Resultado: Interceptação retornada para TD.

Outra interceptação em jogada bem trabalhada

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Quarta descida para quatro. Dolphins no buraco usa 5 recebedores, enquanto que o Bills adianta seus safeties acreditando em passe curto para assegurar o first down. Ocorre que Buffalo prepara um disfarce e, marcando por zona com os jogadores da secundária sempre de olho no QB de Miami, troca a marcação entre seus cornerbacks (amarelo e verde).

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Um CB (amarelo) sai da marcação do recebedor no slot e vem para a ponta do campo e o outro (verde) se desloca para o meio cobrindo o jogador que seria inicialmente acompanhado pelo outro cornerback. Isso dá a Tannehill a falsa sensação de que o atleta está com espaço e livre para receber quando o CB Ronald Darby (verde) está apenas esperando o lançamento para cortar a rota. Veja em vermelho lá no topo que Ryan Tannehill perdeu o jogador que ficou realmente livre.

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A jogada dá certo e o Bills consegue interceptar o passe em uma noite para esquecer do Miami Dolphins.

vem por aí

O que esperar da semana 4? Vem por aí:

– Ravens jogando em Pittsburgh contra o Steelers vai ser interessante de ver. Baltimore tem recorde 0-3, mas Michael Vick é o QB que substitui Big Ben. Esse é um dos jogos que mencionei lá acima da coluna que o time precisa vencer até a volta de seu Quarterback titular. Ravens joga a vida nessa partida. Baltimore que, vale dizer, permitiu grandes desempenhos de WRs até aqui. A.J. Green somou 227 jardas e 2 TDs, Crabtree anotou 111 jardas e 1 TD, Cooper teve 109 jardas e 1 TD e Marvin Jones compilou 94 jardas e 1 TD. Michael Vick e o Steelers precisam se aproveitar disso.

– Dolphins recebeu o Bills e perdeu. Agora “recebe” o Jets e precisa vencer se não quiser se tornar rapidamente a quarta força da divisão, o que seria vergonhoso para quem pensava em playoffs. Coloquei recebe entre aspas porque o jogo é em Londres.

– O Chiefs jogou contra o Packers em pleno Lambeau Field e agora joga fora de casa contra o melhor time da AFC Norte: Cincinnati Bengals. Tabelinha complicada nessas duas semanas, hein?

– Rams e Cardinals é um jogo bem interessante para quem gosta de defesas. São duas das melhores da liga que vão duelar e vai ser muito útil para conferir se esse ataque do Arizona é realmente bom.

– No mesmo horário do anterior (17:25hs) teremos Vikings e Broncos, outro jogo que promete demais. Não faltam coisas legais para ficar ligado: Adrian Peterson vs defesa do Broncos, Peyton Manning vs defesa do Vikings, jogo corrido de Denver segue anulado? Recebedores de Minnesota encaram essa secundária? Jogão.

– O destaque negativo do vem por aí mais uma vez são os dois jogos do horário nobre. Cowboys e Saints não é partida para um Sunday Night Football, nem Lions @ Seahawks é digno do Monday Night Football. New Orleans está bem fraco novamente e o Cowboys perdeu duas estrelas importantes, já o Lions está no segundo jogo de horário nobre seguido e ninguém sabe o motivo.

no huddle

O No Huddle são as famosas rapidinhas:

– Começando com a que todos já cansaram de ouvir: Um WR anotou um TD para o Chiefs. Foi Jeremy Maclin e isso não acontecia desde dezembro de 2013.

– Em momento crítico do último quarto e precisando da virada, Andrew Luck acertou 9 passes de 11 para 106 jardas e 2 TDs.

– Kaepernick é o primeiro QB do 49ers a ter duas pick sixes em um jogo desde 1980. (Não sabe o que é pick six ou outros termos? Veja nosso Dicionário).

– Peyton Manning completou seu primeiro passe na temporada para mais de 20 jardas no TD anotado por Demaryius Thomas.

– O Arizona Cardinals é o quarto colocado no quesito “mais pontos anotados nos primeiros 3 jogos da temporada da NFL” e Carson Palmer venceu seu nono jogo seguido em que começa como titular, melhor marca atualmente.

– O Broncos de 2015 tem 3 vitórias e nenhuma derrota lançando mais de 40 passes e correndo para menos de 70 jardas todo jogo. Ninguém tem nem 4 vitórias em uma temporada jogando assim. Fator defesa.

– O Rookie RB Ameer Abdullah anotou seu primeiro TD recebendo passe na NFL.

– O WR Julio Jones tem 34 recepções na temporada, mais que qualquer jogador na história da liga nos 3 primeiros jogos. Aliás, ele lidera a NFL em lançamentos em sua direção, recepções, jardas recebidas e recepções para first downs.

– No jogo contra o Seahawks, o Bears foi para o punt 10 vezes. O Patriots recorreu ao punt 5x em toda a temporada.

– Em Eagles @ Jets, os QBs lançaram juntos 65 passes para 301 jardas. 4.7 jardas por passe…

– O Falcons é o primeiro time 3-0 da história depois de estar perdendo todos os jogos em algum momento do último quarto.

– Em 3 jogos, o Steelers reduziu os RBs adversários a 167 jardas e zero TDs em 60 carregadas (2.78 jardas por tentativa). Ravens e o cambaleante Forsett são os próximos.

– Aaron Rodgers lançou 5 TDs no MNF. Ele tem 4 jogos com 5 passes para TD. O líder no quesito? Drew Brees com 7.

– Falando em Rodgers, ele tem 37 passes para TDs de WRs desde o início da última temporada. 10 a mais que o segundo colocado (Ben Roethlisberger, com 27).

 

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