segunda-feira, 4 de maio de 2020

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Ano após ano, vemos talentos saindo da universidade e chegando na NFL para competir com os profissionais. Vários conseguem se sobressair e justificar sua escolha no Draft, assim como vários jogadores não conseguem ter sucesso e acabam não vingando na liga.

No caso dos quarterbacks, existem várias questões envolvidas em relação a diferença do jogo no nível universitário e de jogar no nível dos profissionais. Assim, a evolução do jogador é um dos pontos chave da escolha de um jogador da posição para ser da franquia por anos. Quando não acontece, o jogador pode ser preterido por um prospecto mais novo e barato vindo do Draft.

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Para o texto de hoje, trarei os quarterbacks com a situação mais complicada para 2020, sendo ameaçados pela classe de 2021 do Draft, ou por possíveis free agents, como Dak Prescott. Veja os nomes:

Carson Wentz (Philadelphia Eagles)

Para começar a lista, mais uma pressão pessoal minha, que propriamente do time. Wentz é extremamente talentoso e joga bem quando está em campo. A pressão é justamente para que ele prove que pode se manter saudável em todos os jogos da temporada e aproveitar o talento do time da Pensilvânia.

Baker Mayfield (Cleveland Browns)

Baker também é jovem e talentoso para resolver os problemas em Cleveland. Mas pela sua personalidade de falastrão confiante e pelas armas que a diretoria lhe concedeu no ataque, tem obrigação de render mais e entra pressionado em sua terceira temporada para tirar o Cleveland Browns da fila da pós-temporada.

Teddy Bridgewater (Carolina Panthers)

Talvez seja o que tenha o “sarrafo” mais baixo da lista. Bridgewater volta a ser titular em 2020 e tem a função de não atrapalhar, e tem um ataque sólido. Caso não consiga cumprir sua função, certamente o Carolina Panthers será um time que olhará com carinho para a classe de 2021 do Draft.

Matthew Stafford (Detroit Lions)

Com um time quase sempre disfuncional, Stafford é poupado, as vezes, das críticas. Com o projeto de Matt Patricia caminhando para um ano crucial, Stafford será um dos que terá o peso de seu contrato gordo nos ombros, para carregar o time a uma campanha decente em 2020. O time conseguiu bons upgrades para o elenco no Draft e a temporada que se aproxima (ou não) será chave para a permanência da filosofia e do projeto atual, ou para uma possível reformulação, que pode começar com a troca de seu quarterback.

Jarrett Stidham (New England Patriots)

Não vamos nos enganar: Stidham é o quarterback titular do New England Patriots. Pelo menos até o training camp, o segundanista é o titular e o substituto de Tom Brady em Foxborough. A missão de ser titular na NFL já é desafiadora e já seria uma pressão de bom tamanho para ele. Mas o fato de substituir o maior jogador da posição da história, adiciona um elemento pesado ao caminho que Stidham precisará caminhar. Com bastante espaço para contratar em 2021, talvez Stidham não dure mais de um ano se for mal e Belichick enxergar uma boa possibilidade no mercado futuro (Draft e Free Agency).

Derek Carr (Las Vegas Raiders)

Estádio novo, cidade nova e quarterback antigo? Muitos farão essa pergunta a cada interceptação de Derek Carr em 2020. Após anos de linha ofensiva sólida e bom corpo de recebedores, Carr parece não ter evoluído em nada no seu jogo a ponto de dar o próximo passo na carreira e se tornar um fator preponderante nas vitórias e na campanha do Raiders. Com Jon Gruden no comando e toda a mudança de cidade e estádio novo, não me surpreenderia um corte de Carr no final da temporada, caso ele não consiga ser a estrela que Las Vegas necessita.

Mitchell Trubisky e Nick Foles (Chicago Bears)

A situação mais complicada e triste em relação a quarterbacks é em Illinois. O Chicago Bears tem um time sólido, especialmente na defesa, mas seu quarterback não consegue render a altura da aposta feita nele no Draft. Trubisky não terá sua opção de quinto ano ativada e o time trouxe Nick Foles, que venceu o Super Bowl na Philadelphia substituindo Carson Wentz, mas também não inspira muita confiança como titular. Em 2020, desde o training camp, cada pedacinho de território conquistado e cada mínimo de evolução contará a favor para o futuro dos dois. O que parece mais certo é que Chicago deve se livrar de um no final da temporada e buscar um talento no Draft de 2021.

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