terça-feira, 16 de julho de 2019

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Um 2018 completamente inesperado para boa parte das equipes da divisão, favoritos caindo e novos rostos emergindo. Veja o que existe no caminho de cada treinador da NFC norte para sua caminhada rumo ao sucesso na nova temporada que está por vir.

Sendo essa uma divisão extremamente equilibrada para 2019, os treinadores terão de tirar coelhos da cartola para sobressair com sua equipe rumo ao título da divisão dos “M”.

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Matt Nagy

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O atual vencedor do prêmio de treinador do ano carrega com si o grande fato de ter liderado a equipe de Illinois aos playoffs pela primeira vez desde 2010. Não só a chegada da esquadra na pós temporada é marcante, mas também o fato de ter sido vencendo a divisão com certa folga de quatro vitórias do segundo colocado, o Minnesota Vikings.

O treinador segundanista precisa, agora, fazer com que seus comandados repitam tal atuação para seguir no topo do norte da NFC. A defesa é indiscutivelmente uma das melhores da NFL, sobretudo após a chegada do excelente Khalil Mack via troca com o Raiders, o que deixava o trabalho de Nagy mais tranquilo. Contudo, Vic Fangio, a mente por trás daquela unidade defensiva, teve seu esforço valorizado e na próxima temporada atuará no mesmo cargo de Matt, em Denver.

Do lado ofensivo da bola, não há dúvidas do quão significante foi a chegada do novo treinador na temporada passada. Um jovem quarterback inexperiente conseguiu, através de um sistema ofensivo que exaltava suas qualidades e diminuía sua fraquezas, colocar números e algumas atuações de bons QBs da liga, somado a grande qualidade do grupo de recebedores e corredores para seu auxílio.

Portanto, a maior questão para Matt Nagy certamente será como domar a defesa que agora terá Chuck Pagano como nome de comando. Ainda assim, o treinador não sofre com pressão, então, ainda que tenha uma temporada abaixo da passada, não deve causar, por hora, grandes impactos com a diretoria e torcida.

Mike Zimmer

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A primeira equipe em que Zimmer atuou como treinador principal foi o Minnesota Vikings, ainda que Mike esteja na NFL como treinador em menor escala desde 1994. Em 2014, quando assumiu a equipe de Minnesota, não conseguiu grandes feitos, muito embora no ano seguinte e em 2017 tenha liderado seu time à vitórias da divisão e caminhada aos playoffs.

A defesa sempre foi o grande ponto de referência dessa equipe, com Zimmer tendo real impacto em toda forma agressiva que a unidade joga. Contudo, desde que chegou, a grande questão foi o ataque, especificamente os quarterbacks. De 2014 à 2018, quatro nomes diferentes foram os titulares para a temporada: Teddy Bridgewater, Sam Bradford, Case Keenum e, um dos agora mais bem pagos da liga, Kirk Cousins.

Na última intertemporada, o Vikings exerceu uma opção contratual para manter Zimmer até 2020. Sendo assim, a pressão é grande em cima do treinador, que precisa mostrar bom trabalho, não podendo cogitar bater na trave novamente como em 2018. Para isso, precisa do auxílio de sua forte unidade defensiva, e, fundamentalmente, de Kirk Cousins. É um cenário complicado, mas não impossível de se sair com êxito.

Matt Patricia

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Antigo coordenador defensivo do New England Patriots desde 2012, no ano passado, Matt assumiu o cargo de treinador principal do Detroit Lions. Após tentar implantar um estilo de treinamento à moda Belichick – que não deu certo – Patricia precisa pensar em outros meios de guiar essa equipe que não almeja grandes sucessos há anos.

O Detroit Lions é um dos times da NFL que nunca sequer chegaram ao Super Bowl, somado a isso, nunca venceram a sua divisão, apesar de já terem contado com times fortes. O último título de divisão foi em 1993, na antiga NFC central.

 Não só do lado defensivo, Patricia precisa mostrar que seu ataque também vai se portar da forma que é necessária para brigar pela divisão, uma vez que o antigo coordenador ofensivo, Jim Bob Cooter, foi demitido e para esta temporada, Derrell Bavell ficará no cargo.

Pressão não é uma palavra que define o status atual de Matt Patricia no comando do Lions, mas uma equipe que não vê resultados positivos há tanto tempo certamente não terá tranquilidade para aceitar campanhas adversas de forma consecutiva, mesmo o time de Detroit sendo o elo mais fraco da divisão.

Matt LaFleur

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Após a situação de Mike McCarthy no comando do Packers ficar insustentável e sua já esperada demissão chegar, o jovem Matt LaFleur foi contratado para dar uma nova cara a uma equipe tão forte e tradicional que passava por momentos ruins nas duas últimas temporadas.

O maior desafio de Matt no seu primeiro ano em Wisconsin não será fora das instalações do Packers, mas sim, quem está passando a bola pelo time. Ter uma boa relação com Aaron Rodgers é fundamental para que o time tenha sucesso, visto que um jogador com o talento dele pode carregar um time nas costas, se necessário for. Porém, essa não será uma tarefa fácil, visto que o atleta tem todas as suas peculiaridades. 

A defesa está recheada de novas peças em todos os setores, o que pode diminuir a pressão sob o jovem treinador por uma boa atuação defensiva, algo que não ocorreu nas duas últimas temporadas. 

Sendo assim, Matt LaFleur está em um bom cenário para um treinador calouro: um time forte que tem tudo para estar na pós temporada. A grande questão que fica é o custo necessário para se chegar nos objetivos da temporada. Uma boa relação será mantida, ou veremos mais problemas relacionados ao vestiário do Green Bay Packers?

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