terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

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No período entre 16/02 e 01/03 de 2016, as franquias da NFL podem colocar Franchise Tags em um de seus jogadores que não possuem contrato para a próxima temporada. É como se a equipe colocasse no atleta um selo de exclusividade, dando preferência na hora de negociar um contrato provisório de um ano. Estabelecido em 1993, a intenção inicial era dificultar a saída dos grandes astros de cada time, evitando que fossem todos para a mesma equipe, assim desequilibrando a liga. No final dos anos 90, a criação do Salary Cap complementou essa função de reduzir a transferência de jogadores e a Franchise Tag tem sido utilizada como um recurso quando atletas e equipes não chegam a um consenso na assinatura de um novo contrato. Como funciona essa opção?

A Franchise Tag pode ser utilizada uma vez por temporada e apenas nesse período pré-determinado. Ela vincula um atleta do elenco à equipe por mais um ano se algumas condições forem atendidas. Só podem ser designados jogadores cujo contrato se encerra antes do início da próxima temporada e que se tornariam livres para negociar com outras franquias. Ao colocar a Franchise Tag, o time recebe algumas vantagens na hora de negociar com o atleta. Em contrapartida, o jogador designado recebe um aumento substancial no seu salário para a próxima temporada. Existem três tipos: Exclusiva, Não Exclusiva e Transition Tag:

tabela-franchise-tag

De quanto estamos falando? Confira os valores aproximados que cada atleta faturou na última temporada e quanto pode faturar se receber a Franchise Tag esse ano:

valores-tag

Nesse ano podemos destacar o LB Von Miller (Denver Broncos), o QB Kirk Cousins (Washington Redskins), o CB Josh Norman (Carolina Panthers) e o WR Alshon Jeffery (Chicago Bears) como fortes candidatos a receber a Franchise Tag em 2016.

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